IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DO ALARMISMO “CIENTÍFICO”

 

Esta história da Volkswagen faz-me uma confusão dos diabos. Antes de mais, não consigo perceber como é que o colosso alemão confessou ter feito um software viciado. Podiam ter dito que os testes à coisa não tinham detectado anomalias. Que as instâncias de fiscalização, vigilância, regulação, etc. nunca deram por nada, o que até é verdade. Que, se algum problema causaram, não é coisa com as catastróficas consequências como por aí se brandem. Que ninguém se preocupa com o monóxido de carbono, esse sim, letal, e anda tudo do avesso por causa do dióxido, coitado, que não faz mal a ninguém, bem como com de outros produtos, alegadamente cancerígenos, não havendo, que se saiba, prova provada de relação mensurável e directa entre uma e outra coisa.

Não se entende o histerismo global, mais porque as instâncias “correctas” e os media não se calam que por revolta dos “atingidos”, que continuam satisfeitíssimos com os seus carrinhos. Não se entende a universal ganância que por aí anda. Os Estados lambem-se por multas astronómicas. Os advogados já andam para aí a angariar “lesados”. Põe-se em causa centenas de milhar de postos de trabalho, actuais e futuros, investimentos gigantescos, o funcionamento, até agora perfeito, de um gigante económico e social, a estabilidade económica e laboral da Alemanha, de Portugal, da Europa, da Ásia, do globo. Tudo para consolo do politicamente correcto.

Há coisas que deviam ser tratadas com pinças, para evitar o monumental desgaste que provocam e para que os problemas de fundo pudessem ser resolvidos. Com certeza que deveria cortar-se umas cabeças, o que parece que já aconteceu. Mas lançar um pânico destas dimensões é de uma falta de sentido dos interesses da humanidade que ultrapassa o entendimento de cada um. Além disso, cheira a trafulhice e a exagero. Não é o que agrada aos media e aos correctos?

 

9.10.15



Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *