Se, na vida política portuguesa, sob as ordens de quem nela manda, ainda houvesse um mínimo de dignidade, não haveria uma Jamila qualquer, em representação do partido do governo, a ter a lata de defender as posições do Lula, que “procura a paz” e se repoltreia em Pequim com os amigos do Putin.
Também não haveria um Presidente da República em silêncio sobre o assunto – o convite ao putinista Lula é da sua competência, como da sua competência seria anulá-lo, adiá-lo, ou fazer qualquer coisa do género.
Também não haveria um presidente do parlamento que mantivesse o solene convite para que, no “dia da liberdade”, Lula a venha manchar com a sua repugnante presença, qual cópia do seu antecessor e das suas ideias de politica externa.
Mas dignidade é coisa fora de moda. O pântano do Guterres está transformado em fossa mal cheirosa. Portugal ainda existe?
17.4.23

Deixe um comentário