IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DEZ VERDADES DO ALDRABOLOGISMO

  1. A culpa da estagnação é do exterior. Mentira: todos os países europeus crescem mais que o da geringonça. Só a Espanha cresce três vezes mais, os outros mais do dobro. E, mesmo nos escritos da geringonça, em 2017 vai ser pior.
  2. Os juros sobem porque sobem lá fora. Mentira: três vezes mais do que em Espanha, e mais altos que em qualquer outro país, à excepção da Grécia.
  3. Com a subida dos salários da clientela da esquerda, a produtividade vai sublr. Mentira: a produtividade está a descer.
  4. IVA da restauração vai baixar os preços. Mentira. Os preços da restauração subiram três vezes mais que os dos outros sectores.
  5. Mais consumo, mais economia. Mentira: menos economia, menos consumo, menos poupança.
  6. Proteger os mais fracos. Mentira: os mais fracos, ou não verão nem mais um chavo, ou verão um aumento de 1,8 euros por mês, e todos pagarão mais impostos indirectos (os directos nunca pagaram, por intervenção de Passos Coelho).
  7. A prioridade é aumentar o investimento. Mentira: desceu estrondosamente.
  8. IRC vai descer. Mentira: ficou na mesma.
  9. A classe média vai ser protegida. Mentira: olhem as tabelas do IRS.
  10. A segurança social não tem problemas até 2040. Mentira: estará falida em 2020.

 

17.10.16



10 respostas a “DEZ VERDADES DO ALDRABOLOGISMO”

  1. Já todos sabem que em questão de “ALDRABOLOGISMO”, o sr. é especialista. Foi consigo que Passos Coelho aprendeu?

    1. Uma (apenas) verdade ‘VERDADEIRA’, para que o PSD retorne às origens, Passos Coelho deverá ser “colocado no seu lugar” (em África).

      1. Sendo certo que ele próprio se qualificou como “o candidato mais africano” e, que eu próprio a África regressarei, está a pedir que o “leve” à minha frente?

        1. Alto lá, não indiquei o Portas!!!

  2. Avatar de Cidadão Urbano
    Cidadão Urbano

    Permita-me uma observação não sei se directa ou indirectamente relacionada ou se sequer relacionada mas não pude deixar de me lembrar dela ao ler este seu texto. Desde que este governo está em funções pelo menos uma coisa algo curiosa ou talvez apenas um pouco “engraçada” parece ter havido: aumento de trabalho em horas extraordinárias não remuneradas. Horas feitas por puro amor à camisola! Eu sei que este tipo de horas é muito mais frequente do que à partida se poderia imaginar acima de tudo fora da função pública mas explico já de seguida a que me refiro agora. Este blogue, à semelhança de outros com a mesma orientação política, é um óptimo exemplo (segundo a minha percepção) do aumento progressivo de trabalhos de “comentadoria” ao longo dos últimos meses realizados por aficionados da esquerda que se desdobram nas mais variadas personagens com o intuito de contraporem as suas muito doutas opiniões… como se a desinformação fosse também ela uma prioridade a obter por todos os meios, não desvalorizando qualquer plataforma. Tenho cá ainda a ideia de que estas ilustres pessoas estão também, diria eu, mortinhas por saber a real popularidade de um blogue como o seu! Cumprimentos

    1. Caro Urbano, “aumento de trabalho em horas extraordinárias não remuneradas” ocorreu no tempo do anterior Governo. Na verdade, mercê de uma série de manigâncias (vg, diminuição do preço hora; diminuição do valor de cálculo do trabalho extraordinário; aumento da carga horário, feriados transformados em dias de trabalho, etc…) e, sobretudo, medo de ser despedido (isso mesmo: medo) o trabalho extraordinário passou a ser “oferta voluntária”.Assim, faça jus ao nome, seja urbano; não seja DEMAGOGO tipo Carlos Abreu Amorim.

    2. Obrigado pelo seu comentário. Este blog não tem grande sucesso. No último ano foi visitado cerca de 76 mil vezes, o que é modestíssimo, se comparado com alguns “colegas”.Vai-me dando algum prazer ir dizendo o que o dia-a-dia da política me sugere.Tenho muita pena da “qualidade” de tantos comentadores. Mas tenho a política de não os apagar, a não ser em casos de tal maneira ordinários que a tal me obrigam.

      1. «gaba-te, cesta rota, que vais para a vindima».

      2. Se nos pusermos a fazer comparações há sempre quem seja maior, mais popular, mais isto ou aquilo. A mim parece-me um número bastante bom mas agora que confessou a sua popularidade parece-me garantido que terá numerosos comentadores de “qualidade” pelo menos até ao fim deste governo e talvez um pouco mais além pois sabendo que se criarem eles próprios (refiro-me apenas aos tais comentadores de “qualidade”) um blogue não terão quem os leia pelo que a alternativa é arranjar uma muleta, ou seja, apoiarem-se em quem já por cá anda na esperança de que assim também os seus comentários sejam lidos. Quanto à sua política de não os apagar parece-me correcta e contrasta certamente com a politica de idênticos blogues mas manifestamente de esquerda onde não têm problemas em impedir a colocação de comentários com ideias contrárias. Sim, falo por experiência própria. Não tenho muito o hábito de comentar mas por vezes lá passo por uma fase em que, por alguma razão, apetece comentar e já o fiz em talvez três blogues de esquerda relativamente conhecidos e sem nunca eu ter sido mal educado tive já a surpresa de em dois deles deixarem de publicar os meus comentários. Enfim… atitudes diferentes!

        1. Com a “qualidade” que demonstras, bem podes ficar por este sitio. A cara diz com a careta.

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