IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DESTA FEITA, A MONTANHA NEM UM RATO PARIU

 

Hoje, o jornal ultra socialista chamado “Público” apresentou a mais garrafal manchete da sua história: “A resposta que falta é sim ou não”. Três linhas monumentais: a cereja em cima do repugnante bolo que vinha cozinhando há que tempos, feito da mais rasca politiquice, dita “investigação jornalística”.

A degradação moral do pasquim a que o senhor Belmiro, inexplicavelmente, continua a dar cobertura institucional e financeira é de tal ordem que, também hoje, é publicado como “artigo de opinião” um manifesto assinado por uma alcateia de representantes da nacional esquerdofilia, mormente da classe caviar.

Enfim, parece que a coisa chegou ao fim. O PM disse o que tinha a dizer, e acabou-se. Acabou-se para as pessoas normais, não para os ocos ou para a coorte de facínoras políticos de que o “Público” é público porta-voz. O camarada Oco I parece que quer continuar a chafurdar. Pois que chafurde. Estará no seu habitat.

O Oco II é mais esperto, como toda a gente já percebeu. Ordinário mas esperto. Calou-se, não fosse alguém perguntar-lhe onde tinha, como áulico do Pinto de Sousa, ido buscar a moral para se atirar nos braços da pessegada que o “Público” e quejandos encenaram.

Já o “Expresso”, que começou por achar que a coisa valia a pena para se fazer ao poder “do futuro”, acabou por cortar as unhas e recolher a quartéis. Foi lindo ver o mano Costa a defender, avant la lettre, a tese das despesas de representação!

Enfim, parece que o balão furou. Não faltará quem se desunhe para o encher outra vez. O problema é que, quando os balões furam, além de fôlego é preciso muita cola.

 

26.9.14

 

António Borges de Carvalho  



4 respostas a “DESTA FEITA, A MONTANHA NEM UM RATO PARIU”

  1. Recapitulemos então este não-assunto urdido pela imprensa esquerdalha: Na 2ª metade dos anos 90, Passos Coelho, o Herói, entediado com a vida de deputedo, decidiu colaborar com uma ONG. Esta era gentilmente patrocinada pela Tecnoforma. O nobre objectivo, diz o nosso Herói, era «criar uma universidade em Cabo Verde». Por isto, pagou a Tecnoforma gentis despesas de representação ao nosso Herói, que os esquerdalhas dizem ascender a 5000 euros/mês. Tudo em nome dos pretitos pobres de Cabo Verde. E que é feito da tal Universidade? Não foi feita. É a vida. Em 1999, aos 35 anos, o nosso Herói decidiu começar a trabalhar. Saiu do Paralamento, acabou o curso na privada, e recebeu 60.000 euros para se “reintegrar”. O típico jovem português. Pelo caminho abdicou heroicamente da subvenção vitalícia, merecida recompensa atribuída pelos nossos paralamentares a si próprios. Por acaso, nem a podia receber; mas isso é pormenor. Foi então trabalhar. E onde? Na Tecnoforma, claro, e noutras empresas do Exmo. Engº Ângelo Correia. E em que funções? Consultor, Director e Presidente, claro. Um Herói não faz por menos. E que fazia a Tecnoforma? Sacava subsídios ao Estado e à UE para ministrar cursos de utilidade duvidosa, no melhor dos casos, ou cursos-treta para ninguém, no pior. A adjudicá-los estava um grande amigo do nosso Herói – o Doutor Miguel Relvas. Parece que a Tecnoforma era também financiada por offshores, e que a UE (certamente esquerdalha) abriga certas suspeitas sobre certos negócios e subsídios que lá despejou. Por cá, felizmente, foi tudo arquivado. O resto é história: o nosso Herói, entediado com a vida empresarial, decidiu voltar à política (activa), chegou a PM, chamou o seu amigo Doutor Relvas, e conduziu Portugal à prosperidade e transparência de que hoje desfrutamos. Até que os esquerdalhas, sempre rascas, repugnantes, invejosos e acintosos, desencantaram estas torpes calúnias. Mas o nosso Herói, sempre heróico, esclareceu TUDO e meteu-os no sítio! ——————————– Será isto, Irritado? Ou escapou-me alguma coisa?

    1. Em 1999, aos 35 anos, o Herói (do irritado) decidiu começar a trabalhar. Saiu do Paralamento, acabou o curso na privada (melhor Universidade do mundo – Lusiada), e «recebeu 60.000 euros para se “reintegrar”. O típico jovem português»Mentira. Em 1999 recebeu 12.000 contos (ainda não havia Euros).

      1. É verdade, o Euro só apareceu poucos anos depois. Falar em euros é útil para quem já não tem a noção do valor de escudos e contos, porque agora medimos tudo em euros, mas tem uma desvantagem: descontextualiza a quantia. Doze mil contos, em 1999, valiam mais que 60.000 euros hoje. Bem mais. O nosso Herói gaba-se sempre de prescindir da mama vitalícia, a que afinal nem tinha direito, mas nunca refere os 12 mil contos que mamou duma só vez. Curioso, não é?

  2. “DESTA FEITA, A MONTANHA NEM UM RATO PARIU”!!!Tem toda a razão. Pariu um COELHO!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *