Hoje, o jornal ultra socialista chamado “Público” apresentou a mais garrafal manchete da sua história: “A resposta que falta é sim ou não”. Três linhas monumentais: a cereja em cima do repugnante bolo que vinha cozinhando há que tempos, feito da mais rasca politiquice, dita “investigação jornalística”.
A degradação moral do pasquim a que o senhor Belmiro, inexplicavelmente, continua a dar cobertura institucional e financeira é de tal ordem que, também hoje, é publicado como “artigo de opinião” um manifesto assinado por uma alcateia de representantes da nacional esquerdofilia, mormente da classe caviar.
Enfim, parece que a coisa chegou ao fim. O PM disse o que tinha a dizer, e acabou-se. Acabou-se para as pessoas normais, não para os ocos ou para a coorte de facínoras políticos de que o “Público” é público porta-voz. O camarada Oco I parece que quer continuar a chafurdar. Pois que chafurde. Estará no seu habitat.
O Oco II é mais esperto, como toda a gente já percebeu. Ordinário mas esperto. Calou-se, não fosse alguém perguntar-lhe onde tinha, como áulico do Pinto de Sousa, ido buscar a moral para se atirar nos braços da pessegada que o “Público” e quejandos encenaram.
Já o “Expresso”, que começou por achar que a coisa valia a pena para se fazer ao poder “do futuro”, acabou por cortar as unhas e recolher a quartéis. Foi lindo ver o mano Costa a defender, avant la lettre, a tese das despesas de representação!
Enfim, parece que o balão furou. Não faltará quem se desunhe para o encher outra vez. O problema é que, quando os balões furam, além de fôlego é preciso muita cola.
26.9.14
António Borges de Carvalho

Deixe um comentário