IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA HONESTIDADE DO ESTADO

 

Qualquer pessoa de bom senso percebe que, se a TAP voltar às mãos do Estado, ou vai à falência em três tempos, ou passa a ser a uma companhiazinha local, com um terço dos empregados e sem importância nenhuma.

O Estado contratou a venda da maioria do capital em condições que dificilmente podiam ser melhores. A coisa, até ver, até está a correr bem, dentro do previsto.

Agora, por razões meramente ideológicas, estatismo psiquiátrico, pura incompetência ou nacionalismo bacoco (digno da Le Pen), o mesmo Estado quer dar o dito por não dito.

Os tarados que dominam o Parlamento sabem que a trafulhice, ou não vai resultar, ou, se resultar, custará largos milhões.

Que importa? Nada. Na insensata ânsia de afirmação, o actual poder quer pôr-nos a pagar os seus preconceitos, as suas birras, as suas limitações mentais.

A ver vamos? Não, já estamos a ver. Esta, até um cego já vê. Só o governo é que não.

 

19.12.15



12 respostas a “DA HONESTIDADE DO ESTADO”

  1. Sempre concordei com o Irritado sobre a TAP: nunca me fez confusão vendê-la, trocá-la, rifá-la… a TAP não é a EDP, nem a PT, nem a Galp, nem outra empresa/monopólio público essencial à economia. Se dá prejuízo, fora. Fez-me confusão, isso sim, a maneira como foi privatizada à pressa, por um governo já de saída, e o brasuca Pinto nunca ter sido responsabilizado – pelo contrário, continua a ser aclamado como grande “gestor”. Gestor de quê? Do buracão que ajudou a ampliar? Mistério. Por outro lado, até gostaria da atitude do Bosta: vamos reverter isto, quer a malta queira ou não. Só não gosto porque é a TAP, e porque, metendo o PS e o Bosta, só pode dar mais bosta.Mas era desta atitude que Portugal precisava. EDP? É do Estado. PT? Estado. Banca? Estado. PPP? Tudo anulado. Os mamões não gostam? Azar. O tribunal e a UE não gostam? Azarinho. EMERGÊNCIA NACIONAL. É a vez dos mamões comerem e calarem.

    1. O seu último parágrafo é a receita infalível para a ruína total, sem freio nem remédio.Quanto à TAP, que queria? Que o governo esperasse pelo Usurpador para vender? Fê-lo – legitimamente – à pressa, é verdade, mas havia outra solução?

  2. (…)” Se não for com o acordo, é sem o acordo”, afirmou o líder do Executivo, garantindo que o Governo irá retomar 51% do capital da companhia aérea.”(…)Perante tal afirmação, nada mais oportuno, que transcrever estes parágrafos do o primeiro discurso de Cícero contra Catilina. O discurso foi proferido em 8 de Novembro de 63 a.C. no Templo de Júpiter no monte Capitolino de Roma. :”Já não podes viver mais tempo connosco I Até quando, ó Catilina, neste caso “Poucochicho”, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há-de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há-de precipitar a tua audácia sem freio?”Pensa bem, antes de nos levar para a 4ª Bancarrota!

    1. Pensar bem é coisa que o homem não sabe fazer.

    2. Avatar de costa da capa rica
      costa da capa rica

      O bosta-mor é o máximoQUERO – POSSO – MANDOe faz isso tudo em nome da democracia, claro, da democracia dele + do Jirónimo + da katrina.O bosta ainda não percebeu que assim terá de ficar com toda a TAP mais a tap ke o pariu

  3. Até o zarolho vê . … palavra dada, palavra onrada…Não era agora que não se compriria, pois comprida já ela está.Estes xuxuas têm mais medo do Jirónimo que a burra do macaco.Por outro lado temos de compreender que os arménios não brincam em serviço. Podem não fazer nenhum, mas destilam ódio por todos os poros. E o Kosta sabe que aquele sorriso hipócrita está preso por um cordel.Forca Kim II

  4. Pior que ser parvo,é tentar fazer dos outros parvos.Esta direita manhosa e ranhosa decidiu fazer de todos os portugueses parvos!!!

    1. No seu caso, saudoso Tecelão, a direita não fez nada. Parvo já o Sr. era…

      1. AH!AH!AH!cumprimentos

      2. Diz o roto ao nú!

  5. A venda apressada da TAP, traz água no bico.Cá p`ra mim, a coisa explica-se facilmente – A venda gerou sabiamente luvas grandiosas e sem o negócio estar fechado, não há dividendos para ninguém. Daí a urgência do Passos e do Portas. Sem pilim não há graveto…..

  6. E o zarolho também vê?Faz-me lembrar aquela estória do koxo e do fanhoso.- Koxo, atira fora as muletas.- E lá foram as muletas pelo ar- Fanhoso, fala.E fanhoso falou:– sssenhhorrr o ooooxxxooo aaaaa iu uuu

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