IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA GERINGONCIAL BESTIALIDADE

 

A criatura Cabrita, lado masculino de um geringonço casal e mais-que-tudo político do chamado primeiro-ministro, ao propagandear no estrangeiro as celestiais virtudes da política portuguesa, disse que, por cá, não há discursos racistas. Depois, eventualmente acossado pelo Galamba e pelas esquerdoidas, teve a amabilidade de esclarecer que se referia apenas a discursos parlamentares, não a outras declarações.

Vejamos. O que o indivíduo, expressamente, quis dizer foi que excluía as acusações de racismo veiculadas por diversos geringonciais áulicos acerca da discordância de Passos Coelho em relação à nova e vergonhosa iniciativa da nacional esquerdo-estupidez que visa a acreditação de terroristas, bandidos, inúteis, penduras e outros especialistas que, com todo o direito, demandam o luso território.

A coisa ficou esclarecida: o facto de não haver discursos racistas no parlamento não quer, no cabrital parecer, significar que não há por cá racistas, maxime Passos Coelho, tenebroso xenófobo que, para disfarçar incorrectas convicções e atirar areia aos olhos do povo, se casou com uma senhora de origem africana, e até, calcule-se, tem uma irmã adoptiva de etnia subsaariana.

No que ao IRRITADO diz respeito, na sua qualidade de orgulhoso e impenitente cabritofóbico, galambofóbico e esquerdoidofóbico, a interpretação é um pouco diversa: o “esclarecimento” do Cabrita só prova que o mesmo está perfeitamente integrado na filosofia da geringonça. Isto é, trata-se de uma irrecuperável besta quadrada.

 

8.9.17   



Uma resposta a “DA GERINGONCIAL BESTIALIDADE”

  1. O seu Passos será muita coisa, mas realmente não acredito que seja racista. O que ele disse sobre a imigração é apenas algo evidente, ou melhor, que devia ser evidente, fora deste tempo politicamente correcto, de “diversidade”, de “identity politics” e de permanente combate à “islamofobia”, essa incompreensível tendência para embirrar com muçulmanos só porque atropelam e esfaqueiam pessoas. O Guardian é especialista nesse combate. Quanto ao racismo, diz-se do seu Passos que, muito antes da esposa actual, ia para as Docas apanhar pielas e berrar que, cito, “queria co… preta!”. Perante um apetite tão singular, convenhamos que racista não deve ser.

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