IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


CORRECÇÕES

Então lá se foi o juiz negacionista. O tipo perdeu a cabeça com os guerreiros da PSP, magnificamente prepararados para enventuais gravíssimas perturbações da ordem pública, desta vez praticados por vinte ou trinta apoiantes do jurisdicional trouble maker, os quais, como toda a gente viu, não faziam nem fizeram mal a ninguém. A coisa (os insultos do juiz à preparadíssima – armada até aos dentes – autoridade policial) teve origem uns dias antes noutra farra do mesmo estilo onde, para obviar a tremendos riscos de ordem pública, o pelotão tinha entrado num frenesim e, entre outras intervenções, partiu à cacetada um braço a uma cidadã protestadora.

É interessante sublinhar que este musculado ataque não foi objecto de qualquer aparecimento, nem na TV nem nos jornais. Só lhe deram atenção uns tipos especialistas em fake news, daqueles que andam na net a aldrabar o povo. É claro que o infame juiz (ainda o era à altura), ao ver o negro pelotão, tratou de prevenir que mais braços fossem partidos em nova fúria cívica da PSP. É claro que, desta feita, o assunto teve cobertura televisiva, foi transmitido vezes sem conta, e sem conta glosado nos jornais.

Ficou mais uma vez provado que os órgãos de “informação” são tão ou mais aldrabões que os tipos das notícias falsas. Andam sempre a dizer que a Polícia abusa. Excepto, é claro se as vítimas de tais abusos forem “negacionistas”, caso em que toda a brutalidade se justifica. Mais braços partidos menos braços partidos, tratando-se de tal gente, não são notícia.

Posto isto, digamos que a expulsão do juiz se justifica. É certo que homem não tem estofo para o cargo. Não devia ter perdido a cabeça nem argumentar como argumentou. Agora terá que ir fazer as suas tropelias para outro lado.

Posta esta descrição dos acontecimentos, diga-se que o que é tragicamente grave, para além das bravatas do juiz, é o indesmentível facto de a opinião não coincidente com a das “autoridades”, dos assustadores profissionais, dos especialistas do medo e da histeria, passou a crime de lesa pátria. Por causa do covide, a malta do, poder como a da rua, borrifa na Constituição, nos direitos do homem, nas leis em vigor, tendo passado a existir a selecção do pensamento correcto, o poder absoluto de impor uma verdade e de condenar outras.

O IRRITADO  não é negacionista, mas é facto que muitas opiniões ditas negacionistas são sérias e dão conta de dados, sobretudo estatísticos, indiscutíveis. Não sei quem tem razão, ou onde estará a razão toda, que, se verdadeiramente científica, não pode deixar de ser discutível.

O que sei é que os negacionistas, como os outros (os que estão na mó de cima), muitas vezes são sérios, têm os pés no chão e a cabeça nos ombros. Nada, mas nada, justifica os insultos, as injúrias, os anátemas e as proibições (maxime a de existir e se exprimir) e a censura de que são alvo pelos proclamados bempensantes oficiais. Fazê-lo é anti-direito, anti-liberdade, anti-tolerância, anti-civilização, anti-ciência e anti-humanidade.

Mas é o que por aí, sem peias, pulula.

 

11.10.21



3 respostas a “CORRECÇÕES”

  1. ‘…os negacionista muitas vezes são sérios, têm os pés no chão e a cabeça nos ombros’, sim senhor.Como é que disse o vice-almirante responsável pela vacinação? Sem se irritar vá ler o ele disse e compare com a seriedade, o equilíbrio e a cabeça no lugar dos negacionistas e visite a sua irritação com a Graça que no início não tinha graça nenhuma.Esta gente negacionista das vacinas pertencem a uma seita religiosa, que juntamente com o bispo maná do capachinho apareceram com as moscas. O irritado sabe disso, mas também gosta de atirar areia para quem o lê.

    1. Nesta matéria, o almirante parece que está a dar uma bronca a um pelotão de fuzileiros, com direito ao insulto, tal como alguns negacionistas. Parece que o contraditório deixou de ser um direito, ou até uma necessidade! Qual democracia, qual direito à opinião,? Direito ao insulto, é o que é.

      1. ‘Direito ao insulto, é o que é.’ Exatamente o que aquela senhora fez ao Pres. da AR e o que outra fez ao Vice-Almirante quando entrava para o seu posto. O que é que mais querem, não chega este direito ao insulto? Aqui não se trata de um direito de opinião, trata-se de uma “directriz” de nível de uma perigosa crença religiosa, como o caso das transfusões de sangue. Os negacionista das vacinas, todas as vacinas, são todos da mesma seita religiosa: a igreja Hillsong (USA).Mal da ciência, como é que nós estaríamos, ir em “directrizes” de interpretações de seitas religiosas: aquela do foi ‘Deus que quis’ já há muito tempo que deixou de ser causas de morte.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *