O “Observador” de hoje faz um relato pormenorizado do que aconteceu em Chernobyl em 1986.
A URSS começou por desvalorizar o problema. Depois, perante a brutalidade do desastre, acabou por reconhecer a sua gravidade, ainda que com desculpas de mau pagador (“culpada foi a CIA”, por exemplo). Toda a gente percebeu. Toda? Não. Uma espécie de homo erectus português, o camarada Cunhal, vindo de Kiev, desembarcou em Lisboa dois dias depois, e declarou que não havia problema de maior. Mais, criticou acerbamente um diplomata português que tinha apelado aos nacionais, na maioria estudantes, para que abandonassem a região.
Cunhal nunca se auto-desmentiu. A miserável subserviência do PCP perante o seu patrão e financiador não conhecia limites.
Duas observações:
- O bservador faz um um apanhado das reacções da nossa informação, esquecendo as declarações do Cunhal. Porquê?
- Hoje, o PCP, troglodita, mantém a sua fidelidade a todas as ditaduras comunistas, ou mais ou menos: Coreia do Norte, Cuba, Venezuela… e até o Putin merece uma certa compreensão, quem sabe se por razões “históricas”.
Para que conste, nem que seja só no IRRITADO.
24.6.19

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