Mal ficaria o IRRITADO se deixasse passar sem uma palavra o mais recente feito do intolerável Ferro Rodrigues.
O ódio visceral que o homem tem à concorrência, a fidelidade que conserva aos “ideais” do MES e de outras instâncias típicas do proto-comunismo, chega ao ponto de se armar em juiz constitucional, para não falar de em censor das palavras dos seus “súbditos”, desde que se trate de gente de quem ele não gosta.
É o que se passa com a última iniciativa “fracturante”, desta vez protagonizada pelo deputado Ventura, figura pública que Ferro odeia, de parceria com as esquerdoidas e quejandos. É que Ventura, ameaçado pelo lápis azul do “coronel” Ferro, já se vira proibido de usar a palavra “vergonha”, vocábulo de uso indispensável a quem se debruça sobre a política cá da terra. E aparece agora com uma proposta que, dada a sua “fracturância”, Ferro deve achar que é exclusivo das suas camaradas do BE. Como é que um tipo que não é comunista, nem socialista, nem nada que se pareça, tem o desplante de vir propor a castração química dos abusadores de crianças? Com que direito se atreve a vir pescar em águas reservadas às amigas do Ferro? Não queria mais nada?
Ardendo no mais rasca dos ódios e no mais ridículo auto-convencimento, Ferro declara a ideia inconstitucional e, portanto, inadmissível para discussão na Assembleia. É coisa de tal maneira abusiva, que até as malucas (à excepção da dona Moreira, não a Katar mas a outra) acharam que era demais. Onde terá esta “segunda figura do Estado” lido, na Constituição, que era proibido castrar abusadores de crianças? E quem é ele, em termos de competência, para recusar a discussão e votação de iniciativas legislativas com as quais não concorda?
O socialismo dito democrático todos os dias dá sinais de perigosas tendência ditatoriais, de propriedade exclusiva da República e do país, de fazedor da “moral” política obrigatória, de patrão da justiça. Por isso, a desgraça que é o grupo parlamentar do PS votou am bloco a favor da espantosa iniciativa do camarada Ferro.
Por quanto tempo mais aturaremos esta gente?
1.3.20

Deixe um comentário