IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


CARMONA RODRIGUES

Em tempos que já lá vão, houve, em Lisboa, dois bons presidentes de câmara: Santana Lopes e Carmona Rodrigues. Havia também uma vereadora que deixou saudades.

Todos foram objecto de perseguição.

O primeiro, porque tinha, para a cidade, ambições incompatíveis com a pequenez mental e com os ódios partidários reinantes. Quis fazer um túnel: foi acusado de tanta coisa que nem vinte posts dariam para descrever. Quis pôr um marco arquitectónico de génio no centro da cidade: um tal Sampaio, mais uns moralistas de pacotilha, cortaram-lhe as pernas, num mar de insultos. Quis dar à cidade uma nova centralidade: caiu-lhe o Carmo e a Trindade em cima.

Carmona Rodrigues, homem sério e competente, sem currículo político, número dois da CML, ficou com o monstro nos braços depois da fuga de Barroso.

Eduarda Napoleão protagonizou os talvez únicos momentos da vida da CML em que o seu pelouro (o do urbanismo) funcionou com rapidez, transparência, eficácia e limpeza.

Mas as raivas partidárias e os empecilhos do costume tinham que acabar com eles. Um bando de canalhas resolveu, já que a via política estava esgotada, tentar a criminal. Depois de ter aprovado a troca e a venda dos terrenos de Entrecampos, tal gente chegou ao ponto de negar o que tinha votado e de perseguir os seu agentes com mirabolantes acusações. O homúnculo de serviço no PSD (um tal Marques Mendes) resolveu dar “uma de ‘honestidade’” e deitou a Câmara abaixo, isto é, coonestou as acusações que a escumalha socialista tinha engendrado.

Subiu esta ao poder, sob a batuta do Costa e do bandido, pidesca criatura, que tinha custado milhões à CML com as suas queixinhas contra o túnel do Marquês, tendo ficado conhecido pela armadilha que montou a um empreiteiro – com a conivência da Judiciária – e pela protecção que deu à Mota Engil no caso dos contentores.

O túnel lá se acabou. Mas foi só o túnel. O resto, Parque Mayer, Feira Popular, foi para o tinteiro: dois vergonhosos pardieiros urbanos concebidos e fabricados por esta gente. O homúnculo deve estar orgulhoso da sua obra!

Passaram uns dez anos em que as pessoas acusadas de uma infinita série de crimes foram, pela segunda vez, absolvidas. Pela segunda vez, as acusações dos bandidos foram consideradas pelo tribunal como fruto de “suspeições, impressões, convicções não sustentadas, boatos e rumores” que transmitiram um “frágil desenho da realidade”, não contando em parte alguma “qualquer fundamento” para as acusações que só “um salto de fé” permitiria aceitar. Um julgamento anulado por intervenção do MP, outro interrompido por achaque da juíza presidente. Finalmente, mais uma sentença absolutória, como não podia deixar de ser. Entretanto, andou gente honesta a correr para o banco dos réus (dez anos!), a sofrer o opróbio público, a ver a sua vida prejudicada pelo banditismo político mais soez e repugnante.

Quem paga os prejuízos do túnel, quem indemniza os prejudicados, comerciantes e outros? O Fernandes? Não! A CML parece que até gosta de ter sido obrigada a pagar os atrazos. O Fernandes continua no poleiro, sob o olhar carinhoso do Costa. Quem paga à cidade o abandono de dois dos seus mais nobres terrenos durante os anos já passados e os que estão para vir? O Costa assobia para o ar. Não, meus senhores, o Costa não tem nada com isso. O Mendes também não. Ninguém tem a ver com o assunto. O Costa até foi reeleito, com Fernandes, Roseta e tudo! Isto é que dá o verdadeiro “desenho da realidade”de que falava o tribunal. É o que é facto, o que está à vista.

Às vezes dá vontade de achar que a democracia só funciona às vezes.

 

28.10.14

 

António Borges de Carvalho



19 respostas a “CARMONA RODRIGUES”

  1. Muito bem lembrado.

  2. De acordo quanto à escumalha xuxa, e aos seus apêndices tachisto-roseto-fernandascos. Uma calamidade sem fim. Já quanto ao seu caro Santana, coitado, é mesmo um mártir. Que o diga a Impala, condenada a pagar-lhe 730 mil biscas de indemnização… e ele queria 1 milhão! Resta saber se as suas ambições eram só incompatíveis com a «pequenez mental» – parece-me que a pequenez orçamental também devia ser um critério. A CML é a Câmara mais endividada do país. A arte do seu Santana não tem mistério: é a mesma dos governos socialistas que tanto abomina, ou do debochado da Mamadeira, ou de tantos autarcas pelo país fora. Obrar, comprar, gastar. Túneis caríssimos? É para já. Audis topo de gama? Venham eles. Multidões de santanetes e assessores? Claro que sim. O arquitecto mais caro do mundo? Atanão, coração. E quem paga tudo isto, num país falido? A Banca e os “mercados”. E quem lhes paga a eles? Os contribuintes otários do costume. Aqueles que «viveram acima das suas possibilidades», sabe?

  3. De facto, isto está muito mau. O Costa está voltando por entre as brumas do pântano tenebroso, povoado de toda a bicharada ruim.

  4. “A democracia só funciona às vezes”Em Portugal nunca funcionou!A Ferreira Leite afirmou que suspendendo a dita por seis meses, o país saía a ganhar.O Partido Comunista, que a quer suspender para sempre, ficou ofendido.Na realidade, este regime tem pouco de democracia e muito de plutocracia ou Mafiocracia.

  5. Falso. A democracia não é uma máquina. Portanto não existe funciomento ou não funcionamento. A democracia ou existe ou não existe. Para que exista é necessário que o estado seja de direito. Ora o estado português é de puro arbítrio, onde o super árbitro é o Tribunal é o Tribunal Constitucional que interpreta de forma arbitrária a formação das leis pelo legislador e a sua aplicação pelos tribunais. Convém dizer que os juízes que se esforçam por ser justos estão na 1ª instância. A partir daí começa a criatividade na arte de entortar o direito.Vejam este naco de prosa de um Acórdão do Tribunal Constitucional depois dos neurónios daqueles que o fizeram entrarem em delírio: « … o Artº 65 da Constituição da Republica Portuguesa autoriza o Estado a sacrificar o direito de propriedade do senhorio, Art~º 62 …» Um direito autoriza o estado a sacrificar outro direito, ou seja, a ser delinquente. O delito é a lesão do direito como de pode ver em qualquer Dicionário de Língua Portuguesa. Porém, a populaça, exultou e exulta com o roubo sistemático (pelos robins da canhota, os xerifes da direita e pelos ambidextros do PS).O Costa salvador da treta chamou a desgraçados que foram perseguidos, tiranizados e roubados de parasitas. O Ferro, agora líder parlamentar, foi chorar para a televisão a sua condição de inquilino.Nós vivemos uma tirania (de muitos) obscena. O Sr.Filipe Bastos disse algures num comentário que os soberanos são parasitas. Sendo assim, numa democracia o povo será sempre parasita.Sua Majestade a rainha D. Isabel II não o é. A senhora apenas tem mais poderes que um procurador geral bocas que por cá exerceu.

    1. Mais uma vez não o acompanho, Sr. Picaroto: ia lindamente até se queixar da perseguição aos senhorios, como é habitual. A partir daí perdi-o de todo. Permita que lhe diga, sem lhe dar ou tirar razão, que a causa dos senhorios não é tão comovente como parece pensar; e que para cada senhorio em dificuldades, em Portugal, haverá dez inquilinos em situação pior. Roubados e chulados somos todos. Os senhorios pelo menos têm algo de seu. Há quem não tenha nada. Acresce que choradinhos constantes em causa própria dificilmente colhem grandes simpatias. Quando nos pisam, é a nós que dói, e é natural querermos gritar essa dor. Mas neste país, só os realmente miseráveis sofrem em silêncio. Todos os outros gritam. Como os senhorios. Quanto aos soberanos, continua confuso: o povo é o povo, e a nobreza é a nobreza. O povo tem de trabalhar e produzir. A nobreza não. O povo paga os luxos e a vida fútil da nobreza. A nobreza nasce e vive rica, à conta do povo. É uma diferença fácil de entender, não acha?

      1. «Acresce que choradinhos constantes em causa própria dificilmente colhem grandes simpatias.» Estou pasmado por ver que alguém conseguiu escrever, até ao fim, tal frase. É interessante! Deveras interessante mesmo! É que eu vejo constantemente grupos de pessoas a desaparecerem dos seus locais de trabalho ou a manifestarem-se na rua, em ambas as situações impedindo-me de trabalhar e de ganhar o meu sustento… com choradinhos constantes em causa própria e a colherem MUITO facilmente grandes e constantes simpatias! Em que mundo vive afinal o Filipe Bastos? Neste não será, com certeza! Quanto aos senhorios, compreendo perfeitamente a causa deles se bem que só eles saibam e eu só possa imaginar o que é terem uma casa arrendada (ou loja, armazém, garagem, etc.) e não poderem usufruir dela de modo nenhum porque têm um inquilino que passados apenas 2 ou 3 ou 4 meses de lá estar decidiu deixar de pagar mesmo tendo posses para o fazer e ainda fazendo-se de inocente e achando-se no pleno direito de lá continuar e até de fazer exigências aos senhorios. Quem tem um apartamento e o põe no mercado de arrendamento não significa que seja rico. Há muitos senhorios a viverem pior que os seus inquilinos. Serão estes insignificaaantes pormenores assim tão desconhecidos ou surpreendentes?! Agora imagine o que é um senhorio deixar de receber a renda, ter de contratar um advogado e só conseguir despejar os ocupas passado 16 meses (com sorte um pouco menos), mesmo agora com a nova lei e a criação do balcão do arrendamento que inevitavelmente entupiu devido a tantos e tantos pedidos de despejo. Mas vamos a contas. Multiplique os 16 meses pelo valor da renda mensal que o senhorio não recebe e que dificilmente alguma vez irá conseguir cobrar mesmo que se dê ao trabalho e às chatices de fazer valer os seus direitos, exemplos:16 meses x 300 euros = 4800 euros16 meses x 350 euros = 5600 euros16 meses x 400 euros = 6400 euros São apenas exemplos das rendas mais baixas que se praticam na periferia das grandes cidades em apartamentos que em alguns casos podem ser T4. Terminando, imagine o Caro Filipe Bastos as consequências que teria para si e o que sentiria no seu âmago… se alguém em quem você confiou que cumprisse as regras básicas da sociedade lhe fosse ao bolso e lhe ficasse com grande parte do seu sustento. Seria agradável, não? Talvez coisa corriqueira sem importância… Será mesmo que não se sentiria MAIS roubado e MAIS chulado do que as restantes pessoas que diz já sentirem tal coisa só por pagarem os devidos impostos? Será que não bradaria aos céus por tamanha injustiça? Não gritaria polícia que é ladrão ao ver o gandulo safar-se e você e sua família a passar dificuldades? Diga-nos, caro Filipe Bastos que consequências criminais sofre tal pessoa que fica com o dinheiro que não é seu? Pois é, nenhuma e ainda há quem diga que só os milionários, gente importante ou influente é que se safa! Ora, caro Filipe Bastos, vá mas é ver se eu estou ali na esquina!

        1. Caro Pasmado, creio que se engana quanto às simpatias. As greves e manifs de professores, maquinistas, funcionários públicos em geral, só colhem as simpatias de outros funcionários públicos, e da “esquerda” – os comunas, e o PS se estiver na oposição. O mesmo vale para as greves de outros grupos, como pilotos ou estivadores. O resto das pessoas, que nem pode fazer greve, marimba-se para ambos. Não há simpatia alguma, só os toleram porque não têm outro remédio. Quanto aos senhorios não lhe tiro razão, como não tirei ao Sr. Picaroto. Só disse que muitos se queixam de barriga cheia. Há muitos casos de pura GANÂNCIA. Também tenho clientes que não me pagam. Também gasto pipas de massa em advogados e tribunais. Também sou lixado pelo Estado, que é o credor privilegiado (seguido da Banca), e o resto dos credores, como eu, ficam a arder. E eu, veja bem, não vivo de rendas: não fico sentado à espera que me paguem pelo uso de um bem, muitas vezes herdado ou comprado por valor irrisório. Tenho de produzir, pagar ordenados, e todas as despesas de um negócio, para que me paguem a mim. Acho que não vale a pena começar um concurso de choradinhos, entre senhorios e empresários, não acha?

    2. O problema, que o FB não reconhece, é o de haver cidadãos (os tenebrosos senhorios) que são obrigados pelo Estado a pagar (aos angélicos inquilinos) o que, nesta história do estado social, ao Estado compete!

  6. Bom comentário, sr(a) Picaroto.discordo neste ponto:”A democracia ou existe ou não existe”Falso, a democracia não é um absoluto. Se o fosse, não existiria em lado nenhum.Todos os regimes são democracia, variam em grau 🙂

    1. Sr. Filipe Bastos, Sr. Anónimo. Vontade: Impulso e capacidade de agir e tomar posição frente ao que nos aparece. Arbítrio: Resolução, ou a faculdade da prática de acto social, dependente apenas da vontade de quem o exerce. Direito: Faculdade legal da prática de acto social dependente de uma regra. O que é justo e conforme à lei. Dever: Obrigação de fazer ou evitar fazer algo, mesmo que seja por imperativos de ordem ética, moral e até da própria consciência de cada um. Poder: Faculdade e capacidade de impor algo sem alternativa à desobediência. Autoridade. Mando. Soberano: Aquele que exerce o poder supremo sem restrição ou neutralização. Que está revestido da autoridade suprema. Súbdito: Aquele que depende e está sujeitado à vontade de outrem. Submetido. Tirania: Exercício do poder não limitado por lei ou construção contra a vontade do súbdito. Exercício arbitrário do poder.Isto é o que está no Dicionário.Sem a existência de um soberano detentor e depositário do poder de que o estado é o aparelho repressivo para os infractores das regras nenhum povo vai a parte alguma. Será o caos.Consta que D. Nuno Álvares Pereira e o Dr. João das Regras terão dito ao Mestre de Aviz: vais ser tu e não há mais discussão. Mesmo os monarcas em regime absolutista, apesar de deterem o poder não podiam tanto quanto queriam.Numa democracia é o povo que se assume como soberano e, ou tem capacidade para o ser ou não tem.Os ingleses tem essa capacidade e colocam um monarca num pedestal dizendo que ele os representa a todos sem excepção e aclamam-no.Os portugueses não tem essa capacidade. Ninguém sabe o que anda a fazer.

  7. Não poderia estar mais de acordo

  8. Sr. Picaroto. Os ingleses fazem assim, porque foram ensinados a pensar assim. Já nasceram numa monarquia, os seus professores e papás disseram-lhes que esta os representa, e eles cresceram a ver as vidas sumptuosas e os casamentos chiques da nobreza, aceitando-os com veneração acéfala em vez de análise crítica. É por isso que vê a maralha extasiada aclamando a Rainha e agitando bandeirinhas, à semelhança dos carneiros futeboleiros, ou dos carneiros religiosos. Perdoe falar nestes termos, mas as coisas são como são. Não obstante, a Inglaterra é melhor do que isto? Claro que é. Mas em Espanha também têm um Rei, mais a respectiva casta de inúteis, e como se tem visto é uma bandalheira corrupta pouco diferente de Portugal. O que faz a diferença não é um soberano fantoche; é o povo, e sobretudo QUEM O GOVERNA. Quem faz as leis, quem gere o dinheiro público, quem contrai calotes em nosso nome. Ou acha que se o choninhas D. Duarte Pio fosse o reizinho cá do burgo, isso faria alguma diferença?

  9. Senhor Filipe Basto, o Soberano nunca é fantoche. Nós somos os seus servos. Um monarca, mesmo em monarquia constitucional deve merecer todo o respeito.

  10. É fantoche, Sr. Picaroto, no sentido em que é meramente decorativo. Eu não sou servo de ninguém. O Sr. Picaroto e o Irritado talvez o sejam. Se isso vos deixa felizes, acho lindamente. E tenho pelos monarcas o mesmo respeito que tenho por qualquer pessoa – desde que não me chulem. Para isso já bastam os políticos.

  11. Meus caros, para que a 1ª figura de um regime seja respeitada, não me parece relevante que seja um monarca ou um dirigente eleito. Manda a tradição, como bem diz o Filipe.O presidente dos EUA é sem dúvida respeitado pelos cidadãos.O que me parece é que num regime que funcione e onde haja um grau aceitável de satisfação da população, as figuras dos governantes e representantes são respeitadas.No caso português de domínio mafioso dos órgão de Estado e da consequente miséria advinda da pilhagem institucional, é evidente que a insatisfação conduz à contestação e à perda de prestígio de instituições e dos seus titulares.Os últimos reis de Portugal não eram respeitados. Poder-se-à dizer que D.Carlos foi vítima da propaganda republicana que aproveitou o ultimato inglês para o denegrir aos olhos do povo. O facto é que o mesmo povo não chorou o fim da monarquia e não me parece que hoje, por referendo, alguém imagine que a república fosse preterida. As sondagens dão uma minoria ridícula à monarquia.Pessoalmente, prefiro um regime onde os representantes são escolhidos e não impostos pelo direito divino ou pela côr do sangue. Durante anos relacionei-me com gente que ostenta títulos nobiliárquicos e estou vacinado. Sendo que nesta farsa actual, muitos autarcas e governantes padecem da mesma arrogância e sociopatia, infelizmente.

    1. Caro Anónimo, de acordo, mas enfatizo que qualquer respeito tem de ser merecido. O presidente dos EUA ou a rainha de Inglaterra, para mim, são apenas cargos. Hoje está lá fulano ou sicrana, amanhã estarão lá outros. Tal como no meu cargo, ou no seu. Por convenção, porque vivemos em sociedade, respeitamos os cargos. Mas se a pessoa que os ocupa, e sobretudo as suas acções não merecerem respeito, então às malvas com a convenção. A vida é demasiado curta para a passarmos curvados a preceitos injustos e bacocos. No futuro, seja mais ou menos distante, tudo isto – estas tretas que levamos tão a sério – será risível.

  12. Senhor Filipe Bastos o poder é majestático (regra regulando a vontade) ou tirânico (vontade contra vontade). Os pais que fazem as regras de comportamento da família ficam eles próprios sujeitos a elas à medida que os filhos vão crescendo e discernindo melhor.A vontade contra vontade muitas vezes acaba em pancada ou humilhação de uma das vontades.«Ninguém é mais escravo do que aquele que julga ser livre sem o ser». Diz (PH) o sr Coethe.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *