IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


CAIS CAIS OLIVEIRAS OLIVAIS

 

A rapaziada da ecologia não pára de nos surpreender.

Às vezes pensamos que são os Quercus & Cª, gente de cá, que exagera no “empata”, na “ciência” feita à pressa, ou nessa coisa extraordinária que é, recebendo prebendas do poder, dedicar-se a exercer um contra-poder que outra coisa não é senão uma forma ínvia e ilegítima de poder.

 

Lá por fora, no entanto, passa-se mais ou menos o mesmo. Os grinpices e outros bandos, como o do Gore, prenhes de dinheiro, pagos sabe-se lá como ou por quem, com meios que metem a Quercus e quejandos num chinelo, andam para aí à vontade a desestabilizar um mundo onde a “ecologia”, nobre ramo da ciência, se tranformou, ou numa ideologia ou numa maneira de ganhar dinheiro como outra qualquer.

 

Desta vez, uma revista britânica, “The Ecologist” de seu nome, publicou um relatório “científico” destinado a condenar a plantação de oliveiras e a produção de azeite. O raciocínio deve ser mais ou menos assim: o azeite, em tempos produto utilizado pelos selvagens do Mediterrâneo e arredores, transformou-se em mèzinha para todas sa maleitas e em delícia universal. Daí, o consumo aumentou e a malta começou a achar que era óptimo plantar oliveiras.  Os ecologistas, fartos de apoiar a coisa, começaram a achar que, tratando-se de um bom negócio, era altura de começar a contestá-lo. Sendo a coisa bem feita, chegaria às instâncias internacionais, provocaria mais uma série de regulamentos da UE e da FAO, daria dinheiro a ganhar aos gangues de “cientistas” que enxameiam tais instancias, ou seja, em última análise, daria muito a ganhar aos “ecologists”.

O cultivo de oliveiras passou a ser uma coisa execrável. Vai secar os solos e provocar não sei mais quantas desgraças para o futuro da humanidade.

Os “cientistas” alegam que, dado o aumento do consumo, “as árvores estão a ser densamente plantadas em regiões planas de baixa altitude que exigem um maior uso de químicos e de irrigação em relação à plantação tradicional em terrenos altos”.

 

Deixo este último parágrafo à atenção aos agricultores, dos agrónomos, dos geógrafos, dos estudiosos destas matérias, a fim de passar o olival a cultura de regadio para dar razão aos “ecologists”, ou então, com o mesmo fim, a ir plantar Oliveiras na Serra da Estrela e no Gerês, como manda, segundo os fulanos, a nossa boa tradição.

 

António Borges de Carvalho


2 respostas a “CAIS CAIS OLIVEIRAS OLIVAIS”

  1. Totalmente de acordo.Faltou falar nessa figura jurídica que, em mãos tão ecológicas, tem dado um jeitão – A Providência Cautelar – Tem sido providencial…Admira-me como tanto Juiz cai na esparrela.Qd eram para o Vale e Azevedo toda a gente achava bem… Agora conseguem parar tudo e dar prejuízos incalculáveis…Cumprimentos.

  2. Totalmente de acordo.Faltou falar nessa figura jurídica que, em mãos tão ecológicas, tem dado um jeitão – A Providência Cautelar – Tem sido providencial…Admira-me como tanto Juiz cai na esparrela.Qd eram para o Vale e Azevedo toda a gente achava bem… Agora conseguem parar tudo e dar prejuízos incalculáveis…Cumprimentos.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *