IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


BESTIALIDADE DEMOCRÁTICA

 

Quem ainda tiver a ilusão que em democracia há votos fúteis, que pense como  viveríamos se o povo português não tivesse democraticamente derrotado Passos Coelho em 2015”.

Assim zurrava o Zorrinho, dias antes das eleições. Em homenagem à sabedoria popular, o IRRITADO responde: se a minha avó tivesse rodas era um carro eléctrico. Fora de brincadeiras: primeiro, não houve “democraticamente” nenhum, Passos Coelho ganhou as eleições em 2015, o Costa perdeu – Democraticamente, pela cabeça de quantos eleitores terá passado a aldrabice inventada pelo Costa?; segundo, Costa não foi legitimado para (nem jamais propôs) criar a aliança com os partidos anti-democráticos (como diria Mário Soares antes da fase Xéxé) que veio a fundar; terceiro, a Constituição establece que se deve atender aos resultados eleitorais para formar governo, e a interpretação desta determinação foi, SEMPRE, a de que o partido mais votado deve ser governo, por isso, os governos minoritários  gozaram SEMPRE, democraticamente, da “licença” democrática da AR para governar.

Já agora, seguindo a doutrina da avó do Zorrinho, digamos que, cumprida a vontade do povo, estaríamos a colossal distância, para melhor, se Passos Coelho tivesse continuado a governar. Democraticamente.

Concluindo, digamos que o Zorrinho, democraticamente, é uma besta. O que, aliás, já era do conhecimento geral.

 

28.5.19



3 respostas a “BESTIALIDADE DEMOCRÁTICA”

  1. Diz o Sr Antonio: Se a minha avó tivesse rodas era …! Pese embora a estranha forma de pronunciar o “R”, todos percebemos que Passos Coelho foi o pai da “política das fodinhas”, não a sua Avó!!!

  2. Avatar de Filipe Bastos
    Filipe Bastos

    Todos os pulhíticos chulam o pagode, porque não sabem fazer mais nada; mas alguns são ainda mais chulecos, mais óbvios, mais irritantes, imprestáveis. Para mim, o Zorrinho é desses casos. O Zorrinho será um chulo xuxa como tantos outros, mas irrita especialmente. É impossível vê-lo e ouvi-lo sem ter vontade de lhe dar no focinho. Já tentei. É fisicamente impossível. É como o Assis. Uma tarde bem passada: dar no focinho ao Assis e ao Zorrinho. Juntos. Bastava assim uns sopapos bem dados. Depois era corrê-los da pulhítica e penhorar-lhes tudo o que mamaram. Ah, que maravilha.

    1. Bem dito (e escrito).

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