AJUDINHAS
10 respostas a “AJUDINHAS”
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Tal como a Lili Caneças tem que recorrer a liftings para aparentar a juventude que já não tem, assim o Zézito precisa de alguém (que não o próprio ou o Vara) para dizer que é honesto e tem desempenhado uma bela obra governativa, pois as suas estrepitosas promessas de não aumentar impostos e criar 150.000 empregos estão quase, quase a ser cumpridas (claro, pois Sócrates “is an honorable man”, como dizia Shakespeare de Brutus – e o nosso crédulo Tecelão sobre o primário-ministro ). Vendo bem, devemos estar todos muito contentes porque já realizou uma jura muito sua, muito urgente, muito necessária, que foi legislar que os homens casem uns com os outros, uma perspicaz medida que veio relançar a economia nacional e sossegar os inquietos credores e o TGV é um óptimo investimento porque os surfistas madrilenos virão aos magotes para tomar banho na praia de Pedrouços.Já não me lembro bem, mas não houve também o caso do “relatório da UNESCO” que ele agitou de longe no parlamento, para ninguém poder ler, a elogiar a sua política de ensino – e que afinal não era relatório, nem era da UNESCO?Parece que os únicos encómios que chegam do estrangeiro são afinal cozinhados em território nacional.Território esse que lhe sugeriu aquela primicia em bom inglês técnico, na sua prova com 19 erros mas 15 valores, enviada por fax: “There are now being lounched (pois…) new supra-municipal projects of waste treatment plants, in the whole portuguese – com minúscula e tudo – territory”.Esta beleza mereceu um ditirâmbico louvor – mais outro patriótico elogio – do reitor Arouca, da Independente: “Ele fala tão bem o inglês, que deve ter tido alguma namorada inglesa!”. Devem ter namorado os dois com a mesma.Ah, já me esquecia! O nosso aborígene de Vilar de Maçada tem ainda outro grande predicado, como ele, modesto, (ainda outra prenda sua e que sorte a nossa!), afirmou pudicamente à jornalista que lhe perguntou qual a sua principal qualidade:- Quer que eu diga? De facto, eu sou um homem generoso. Isto é pelo menos o que diz a minha mãe, mas eu também me acho. Sempre fui, os meus amigos sabem que eu sou assim. Bom, eu sou muito humano.Como o Tecelão tem tendência para não acreditar em mim, e apenas no menino de oiro (ainda bem, todos no mesmo saco é que não!), aqui fica o URL http://www.youtube.com/watch?v=yU84nH9ktyApara verificar que não minto e deleitar-se com a cara-de-pácoass do “chefe” ao proferir estas inanidades. Mas por uma vez o “engenheiro” fala verdade. Realmente, generoso ele é, e os amigos (Vara, Rui Pedro Soares, o professor Morais) também acham isso com toda a certeza, pois então. Só é pena que seja tão magnânimo – com o nosso dinheiro, que não lhe pertence.Para que o Tecelão não entristeça, que nem tudo é assim mau: o País soube pelo próprio (também generoso consigo, não podia deixar de ser) que o Zézito é o 6º homem mais elegante do Mundo.E ele, que se toma a sério, acredita mesmo nisso.É claro que em ridículo só pode estar em primeiro, ex-aequo com o amigo Chavez. Afinal, para que é que se foi gastar dinheiro com a KGA?!
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“Esta beleza mereceu um ditirâmbico louvor – mais outro patriótico elogio – do reitor Arouca, da Independente: “Ele fala tão bem o inglês, que deve ter tido alguma namorada inglesa!”. Devem ter namorado os dois com a mesma.”A namorada do outro, que não do primário, não era brasileira, contratada como assessora?
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Admira como o Sr. Tecelao ainda nao passou por aqui a defender a honra do “chefe” e a hostilizar o Sr. Manual B.Ja sei…. foi com o chefe ao Funchal ver os estragos e ajudar o sousa a fazer um relatorio em Ingles tecnico para enviar a Bruxelas.
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Peço autorização ao Irritado para responder.Caro XXI,É verdade, era uma brasileira que trabalhava num restaurante do Centro Colombo, a namorada do professor Morais (convém relembrar que nunca ficou provado que o eng. Morais tenha dado lições a Sócrates pois apenas apareceram, sobre o tarde, as pautas assinadas pelo tal Morais, que as provas de exame e tudo o resto desapareceu misteriosamente).António Morais fora anos antes nomeado Director-Geral no GEPI, organismo do ministério da Administração Interna, sob as ordens de Vara (sempre os mesmos, não é?) e acabou corrido à conta de uma auditoria, tal como meses depois sucedeu a Vara por causa dos negócios escuros no Instituto de Prevenção e Segurança.Devido ao seu currículo “impoluto” voltou, depois da queda de Santana, como Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça, desta vez pela mão de Sócrates e Costa.É então que se apaixona pela tropical criadita. E como quem não aprende com os seus erros está condenado a repeti-los, proveu a pulcra serviçal – como facilmente podemos entender daqui, tinha os dotes requeridos para a função – no cargo Directora de Logística, com o vencimento de 1600 € mensais.Esqueceu-se de duas coisas: das feiosas portuguesas que lá trabalhavam há muito e não gostaram de ser preteridas na promoção e sobretudo (logo ele, um professor tão experiente em “aprovar” alunos que não põem os pés nos cursos) de falsificar as habilitações literárias da rapariga, pelo que a coisa saltou para os jornais e ele saltou dali para fora, como já acontecera no LNEC, na Hidro-Projecto e no ISEL.A história deste primo direito da Edite Estrela é toda assim e mais. Só não quero agastar o nosso Tecelão com extensas laudas. Estimado V Cunha,O bom Tecelão nunca me hostiliza, antes pelo contrário, devo-lhe muitos momentos de entretenimento a vê-lo tentar explanar as suas teorias e crenças, essas sim, bem simples e rápidas – mas erradas.Sobre a deslocação ao Funchal por causa daquela triste tragédia, Sócrates tinha que se revelar como é. De manhã eram já em grande parte conhecidas as dimensões da tragédia, mas estava agendada uma importante reunião com a comissão nacional do partido, para explicar pela enésima vez como é injustamente atacado por todos, menos os militantes PS. E isso não podia esperar!Á hora do almoço sabia-se que tinham morrido pelo menos 20 pessoas. Mas ele tinha um comício “de desagravo” montado no Porto. É claro que não podia faltar!Ás 5 da tarde discursou quanto quis sobre a cabala, esse relevante desígnio nacional.Só pelas 7 da tarde é que entrou no avião vindo de Lisboa expressamente para o buscar (para quê?), com o ministro a bordo.Pessoas mortas, pessoas sem casa, sem nada? Pois… mas o “bom nome” do Zézito está muito primeiro.É bem verdade que não há segredos da alma que a conduta cedo ou tarde não revele. E é nestes momentos que Sócrates se esquece de ocultar a face, a sua verdadeira face.Só o Tecelão é que ainda acredita, teimosamente. Ao menos todos sabemos de antemão o que ele pensa hoje e o que vai dizer amanhã.
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Já agora, com a benevolência do Irritado, a fim de perceber o que este “bando de benfeitores” (a meu ver: MALFEITORES) continua a fazer, diga-me onde “paira” agora aquele que “… saltou dali para fora, como já acontecera no LNEC, na Hidro-Projecto e no ISEL.”Perdoe-me, mas não resisto a publicitar estas trafulhices todas.Com os devidos, e merecidos, cumprimentos
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Já que fala em crenças,e eu só as conheço da linguagem tauromáquica,embora não seja adepto.Reparo que anda por aqui muita gente a desafiar-me.Mas estou encrençado em tábuas,só invisto quando quero.
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O tecelão está no bom caminho. É rebelde, mas tem “bom coração”. A vida é que foi dura com ele. O “orfanato” condicionou a sua vontade, mas tem recuperação.
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Ao estimado Tecelão,Não acredito que tivesse pensado, por um momento que fosse, eu estivesse animado da intenção de tratá-lo com menos correcção.O termo “crença” significa em sentido mais lato “opinião, convicção, confiança” e no restrito religioso designa “fé”.Nunca me ocorreu emprestar-lhe a acepção pejorativa a que alude.Creia que mais do que aborrecê-lo me penaliza perceber que acredita com sinceridade em figuras ou correntes políticas que apelam à boa índole das pessoas precisamente para as ludibriar, como é o caso de Sócrates e do socialismo.Claro que me diverte um pouco a nossa divergência de pontos de vista. Como os meus coincidem quase sempre justapostamente com os do Irritado, acho bem mais interessante contender um tanto com os seus, sobretudo porque intuo a sua boa-fé e a vejo mal empregue em gente que de todo o não merece.“Pensar” quer dizer fazer um esforço por compreender mas também saber reconstruir uma orientação quando se verificou que ela era, ou se tornou, errada.Não é do Confúcio aquele famoso aforismo que “só os maiores sábios ou os grandes irreflectidos é que não mudam de ideias”? À falta de a muitos de nós estar interdita a primeira qualidade, não devemos renunciar a exprobrar a segunda.
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Voltou “…como Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça, desta vez pela mão de Sócrates e Costa”?Será que, por tendência de quem aprecia ser “assessorado” por brasileiras, nesse Instituto se “descobriu” recentemente contas “esburacadas” de milhões?Eu apenas presumo, e o meu caro?
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Caro XXI,Creio que devemos passar aos outros posts que o Irritado partilha connosco, que em nada são menos interessantes que este, até porque os nossos amados governantes têm a bondade de quase diariamente nos fornecer material burlesco de grande qualidade (talvez falte o “panem” para distribuir mas os cowboys – estamos a falar dos membros do governo – não se fazem rogados em “circenses”). Não gosto de espreitar a vida particular de cada qual e por isso passo bem sem conhecer os transportes amorosos do professor Morais ou outros. Eles é que porfiam em que conheçamos as suas “faces ocultas”, de tal modo a sua vida privada se mistura com a pública, e da nossa parte convém estar atentos para conhecermos a qualidade de pessoas que gerem o nosso destino colectivo.Quer um exemplo? Porventura leu o diálogo do Penedos júnior (um caso de declarado nepotismo [do italiano “nipote”, sobrinho ou neto], com um pingue emprego PT arranjado pelo pai) diz ao secretário de Estado da Defesa e membro do secretariado do PS, Marcos Perestrelo: – O meu chefe [Rui Pedro Soares] vai para Milão, segunda-feira, encontrar-se com o Figo para uma coisa um bocado pornográfica. Conseguiu que o Figo apoiasse o Sócrates. Pediu que eu fizesse um contrato com a Fundação Luís Figo, à razão de 250 mil euros.Responde o Perestrelo:- E isso vale muitos votos! Essa m… dá muitos subsídios de desemprego.E no entanto muitos desses desempregados ainda acreditam nesta gente.Sócrates considera um abuso falarem assim em seu nome, sem ele saber. Mas logo a seguir, em vez de ser o primeiro a revoltar-se com isso e demitir o tal Perestrelo, por esses abusos – ataca os jornais que os denunciam. Só podemos inferir que ele, burro (ou burro peado), afinal é conivente com os “abusadores”. Será que estes também irão para a China como o filho do tio dele?
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