Já está mais que esclarecida a peregrina história das “dívidas” de Passos Coelho. Não há nada nem ninguém que ainda não tenha percebido.
Há é quem finja. Uma tal Rabeca, do BE, diz que não percebeu e que quer explicações. Uma magrizela, Sónia(!?) de seu nome, fertuzinha aleivosias aos microfones. O Costa regouga palermices. Aquele tipo de barbas que não tem barba que se veja, faz o habitual arzinho de mestre escola e desboca-se como pode, cassete atrás de cassete, que é o que manda o comité central. As televisões entram em trabalho de orgasmo “informativo”. A malta, em casa, boceja, farta de tanto e tão reles e barato oportunismo. Ainda não ouvi, nem vi (felizmente!) aquela maquineta de gritar do partido melancia: não perco pela demora, não é?
Algo me diz que esta castanha acabará por lhes estalar nas bocas. Sim, na da Rabeca, na da Sónia, na do tipo de barbas sem barba, nas pevides da melancia, nas insaciáveis bocarras das agremiações que representam.
Como as pessoas, na sua maioria, não são parvas, olham para aquilo e mandam-nos bugiar. Ai, a castanha vai estalar, vai vai. Prouvera que lhes faça séria mossa!
3.3.15
António Borges de Carvalho

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