O palhaço da Catalunha merece um doce. Em mais um exercício circense alcandorou-se a milhares de páginas, de manchetes, de telejornais, de propaganda e, last but not least, a uma trapalhada dos diabos nas ruas de Barcelona. Na mouche!
E foi fácil. Para ir da Finlândia, ou equivalente, à Bélgica, usou o menos lógico de todos os meios de transporte e o único que lhe garantia ser preso: o automóvel! Se fosse de avião, ninguém o chatearia. Passando a fronteira alemã, era garantido. É de mestre, no que a demagogia e desonestidade se refere. Os alemães, no respeito pelas suas leis, engavetaram-no. O palhaço estava farto de saber que a provocação ia resultar. E resultou! A primeira parte do plano surtiu o efeito desejado.
A seguir virá o segundo acto da palhaçada, ou do plano. Os alemães extraditam-no, os espanhóis prendem-no para o levar a julgamento. Vai ser o máximo. As hostes dos enganados, que são muitos mas minoritários (se fossem maioritários o resultado era o mesmo), descerão à rua, partirão mais umas montras, desafiarão a polícia, vai ser um fartote.
Depois, logo se vê.
Há quem ache graça a este truão!
28.3.18

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