Afinal o inacreditável chamado ministro das finanças, além de parvo, é bruxo. Segundo afirmou hoje, descobriu que a PàF, se fosse governo, ia aumentar brutalmente os impostos. Não se sabe se deitou cartas, se recorreu ao professor Karamba, ou se se socorreu daquelas tipas que aparecem nos jornais a ler o futuro com base no comportamento dos astros. Ou se perguntou ao Costa, chamado primeiro-ministro, ou ao Jerónimo, à Catarina e ao Arménio, ministros sem pasta.
O fulano apresentou um “cenário” muito antes das eleições, depois deitou para o lixo tal cenário. Fabricou um programa de governo e deitou fora o programa de governo. Apresentou um “esboço” do OE que foi para o caixote. Magicou um novo OE e mandou às urtigas o OE que que tinha proposto. E acaba por apresentar uma coisa que não é quase nada do que antes tinha apresentado.
Não há técnico nem especialista nestas rebuscadas matérias, cá dentro e lá fora, que não ande aos gritos a dizer que tudo o que tem feito está mal feito e vai ter graves consequências.
Acossado por quem o denuncia e à formidável incompetência, doidice e demagogia de que tem dado mostras, resolve vir dizer que os outros é que são maus. E, não contente com lhes assacar o que fizeram ou não, bruxo da Porcalhota, inventa o que os outros fariam se ganhassem as eleições que, por acaso até ganharam!
Um farsante armado em bruxo.
10.2.16

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