IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


VIVA A ALBERTA, MORRA O CRESPO!

 

Ontem, sem querer, dei comigo a ver um programa onde peroram  dois impossíveis figurões da nossa praça: Rui Rangel e Marinho Pinto.

O que disseram, o que discutiram, no que se engalfinharam, não interessa. Mas notei com agrado que a dona Alberta Marques Fernandes, pivô da coisa, os deixou falar sem se meter onde não era chamada. Muito bem! Parabéns! Viva!

 

Um tipo como o IRRITADO costuma ficar possesso com as “intervenções” dos fulanos das televisões, tais uma senhora cujo nome me escapa e que era casada com o Seara, e o intolerável Crespo.

Aquela, vai metendo bitates forçados, mais ou menos a despropósito, julga-se que só para que julguemos que existe, o que dificilmente é o caso. Dêmo-la de barato.  

Este, mete-se na conversa, não deixa os outros falar, dá as suas opiniões – como se estivéssemos ali para as ouvir – dá largas à sua informada ignorância, chacina uns com fúrias de vilão, dá abébias aos outros como fiel servo.

 

Dito isto, parafreseemos o grande Almada, quando se zangou com o Dantas:

 

MORRA O CRESPO! PUMBA! PIMBA! ZÁS!

 

4.2.14

 

António Borges de Carvalho



7 respostas a “VIVA A ALBERTA, MORRA O CRESPO!”

  1. Duas giras: 1. A nossa insigne Presidenta do Paralamento, Assunção Esteves, mui apreciada pelo Irritado, deu uma entrevista à Rádio Renascença que já se tornou “viral”. Cito algumas passagens: «O meu medo… eu formulá-lo-ia de modo abstracto… é o do INCONSEGUIMENTO.» «O inconseguimento é o estar no centro da decisão fundamental, a que possa corresponder uma espécie de NÍVEL SOCIAL FRUSTRACIONAL.» «E tenho medo do não conseguimento ainda mais perverso: o da Europa se sentir pouco conseguida… e de não projectar para o mundo o seu SOFT POWER SAGRADO.» Como vê, Irritado, a política (e o PSD) dá-nos mentes brilhantes. Mas este inconseguimento… como havemos de projectar o nosso soft power, sagrado e tudo? Porra. Não admira que nos suba o nível frustracional. ——————————————– 2. Uma audição paralamentar à Ministra da Justiça. Esta falou uns minutos, e depois era suposto responder a algumas questões dos deputedos dos vários partidos. Tudo relativamente breve. Eis que o Jorge Lacão – um chuleco do PS que bate recordes de mediocridade e sabujice, o que no PS não é fácil – desata a falar, a falar, a falar… UMA HORA seguida. O resto da malta vai aos arames. Avisado pelo presidente da coisa, lá se cala. Os outros colocam as suas questões, e tal. E volta à vez do Lacão, que desata outra vez a falar sem parar… Avisado 2ª vez, levanta-se e vai-se embora muito ofendido – tinham-lhe «retirado direitos parlamentares elementares»… Uma alegria, esta pulhítica tuga. Uma alegria.

    1. Não sei onde v. foi buscar o meu apreço pela dona Assunção (até no nome a coisa é grave), mas admito que os seus arquivos tenham algum elogio que justifique a assumpção. Não conhecia a entrevista que cita, mas, como deve calcular, acho que é o máximo! Deixa-me fazer um post sobre o assunto? Não seja pessimista, a malta precisa de se divertir, e até é de agradecer à rapariga a oportunidade.2. O lacão sempre foi o que v. diz dele. Não há nada a fazer: quem torto nasce…

      1. Não me lembro de (o Irritado) a ter elogiado, mas já a exortou a fazer isto ou aquilo, no tom de quem pelo menos a respeita e lhe deve consideração. Não creio que a senhora, que não passa de uma dondoca mamona, mereça nada disso. Com certeza que pode usar o material, isso nem se pergunta.

  2. É…, … e coisa e tal….Ninguém os fode?

    1. Agradeço contenha o léxico. Não abuse da política de não censura deste blog.

  3. Fiquei à espera que o Crespo comentasse o artigo do Soares a acusar jornalistas de terem sido comprados pelo Governo. Até agora nada. Nem deputados, nem comentadores, nem o sindicato dos jornalistas, nada, ninguém comenta. Será que que lhes tocaram na ferida? E com o Pinto de Sousa, como era?

    1. As bojardas do Chulares já não suscitam grande espanto ou indignação. Convenhamos que é compreensível: são tantas, tão frequentes, e o emissor é tamanha cavalgadura, que a malta já nem liga. Neste caso, até é bem possível que o que diz seja verdade. O Relvas estava lá para manipular e/ou comprar os media, e o substituto dele, seja quem for, há-de continuar a fazer o mesmo. Do Pinto de Sousa… nem dá para descrever, sem abusar do léxico.

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