Os maquinistas da CP (empresa pública super falida), indivíduos que ganham entre 30 e 60 mil euros por ano, que gozam de um esquema de regalias e prebendas sem paralelo, ao ponto de ter prémios por se apresentar ao serviço e de trabalhar entre três e cinco horas por dia, decidiram, não se sabe nem interessa saber porquê, fazer a décima milionésima greve da sua carreira de servidores do Estado e do público.
Para quê comentar? Não se trata de flagrante delito de abuso do direito? Não se trata de evidente bofetada na cara de quem precisa de emprego e não o tem? Não se trata de traição? De roubo? Não é um crime?
Responda quem souber.
Que armas têm os portugueses que trabalham e pagam impostos para se defender destes actos de puro banditismo legal?
A esta responde o IRRITADO: nenhumas!
Pois se até os juízes fazem o mesmo!
9.12.11
António Borges de Carvalho

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