IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA SAÚDE SOCIALISTA

 

A maralha comuno-socialista anda aos gritos que isso de os que mais têm mais pagarem pela saúde é uma teoria populista e inconstitucional, para além de outros epítetos igualmente carinhosos.

 

A primeira conclusão a tirar é que a fúria comuno-socialista contra os “ricos” tem os seus limites. Por outras palavras, para tal gente, a manutenção do pesado gigantismo do Estado é mais importante que a “lógica” das suas posições. Mesmo que tal gigantismo seja inviável e impagável (no sentido de não se poder pagar), mesmo que tenha que encolher, como já está, e não pouco, a encolher por falta de dinheiro e de competência governamental, o importante é que não haja qualquer toque na fímbria das “missões” do Estado que o socialismo criou, mesmo que para tal haja que proteger “os ricos” e sacrificar os que mais precisam.

 

Ao comuno-socialismo é indiferente que haja ou não haja dinheiro para sustentar o SNS tal como existe. O dinheiro, para tal e tão irrefutavelmente estúpida fatia da nossa gente, é um pormenor sem importância e tudo o que o tiver em consideração está ferido de “economicismo”, bem como de falta de “humanidade” e de respeito pelos “direitos” das pessoas.

Aqui temos o que é, verdadeiramente, populismo, e populismo na sua face mais aldrabona, até porque os adeptos do comuno-socialismo sabem tão bem como eu que, se ninguém pagar a saúde, o que sai prejudicado é a saúde de todos. Como não pode deixar de ser.

 

A questão é avançada pelos comunistas, do PC ou do BE, nos termos habituais. O Estado é uma entidade para a qual a trabalha, não o contrário. Não se lhe pode tocar, nem que tal sacrifique a sociedade inteira.

Para o PS, nestas coisas tão “democrático” como os pêcês, o princípio geral é o mesmo. Só que, neste caso, a coisa é mais “sofisticada”: proclama-se o princípio mesmo quando se está a pô-lo em causa. Importante é o que diz a demagogia e o populismo, não o que se vai fazendo.

Filhos de cepa comum, pêcês e pêésses têm soluções parecidas, tão impossíveis umas como outras.

Que importa? Há sempre quem coma o que lhe for posto no escaparate!

 

Quanto à “inconstitucionalidade” a questão é simples. A norma da saúde “tendencialmente gratuita” pode ser interpretada de quarenta e cinco maneiras diferentes. O seu verdadeiro significado e a sua eficácia reduzem-se a zero com a maior das facilidades.   

 

 

3.5.11

 

António Borges de Carvalho



5 respostas a “DA SAÚDE SOCIALISTA”

  1. “The problem with socialism is that you eventually run out of other people’s money to spend” Margaret Thatcher.

  2. Avatar de daniel tecelao
    daniel tecelao

    O que os fascistas-liberaloides pretendem,é;Na saude,como no ensino,assim como na segurança social,criarem estruturas para pobres,que seriam suportadas pelo estado,e estruturas para ricos que seriam exploradas por privados.É tão simples quanto isto,aliás o homem invulgar de Massamá candidato ao pote e seus acólitos,já o disseram várias vezes e de várias formas.

    1. O Sótraste já fez isso e muito mais!

    2. Quer maiores fascistas-liberaloides que o Primeiro Mentiroso Sócrates & Cia?

      1. Avatar de daniel tecelao
        daniel tecelao

        Eu não quero,mas que há,há.Tem o rapaz de Massamá um tal de Coelho que quer ir ao pote!!!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *