IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


O ABORTO É QUE É BOM!

 

Olhem para isto:

 

O Estado pagou cerca de 20.000 abortos em 2010, dos quais 97% por opção da grávida. 350 grávidas abortaram mais do que uma vez no ano. O Estado pagou, para além dos custos hospitalares, um subsídio de maternidade (?!) de umas centenas de euros por cada aborto.

Argumenta-se dizendo que, não fora a generosidade pública, estes 20.000 bebés teriam morrido na mesma e teriam, canalhas, posto em causa a vida das respectivas mamãs, via abortadeiras clandestinas. Talvez.

Num país que perde população a cada dia que passa, incentivar o aborto é uma obscenidade criminosa. Ocorre ainda perguntar quantos milhões custam as inúmeras instituições que se dedicam à nobre tarefa de ensinar “planeamento familiar” – um eufemismo de todo o tamanho – e a promover os negócios das empresas que produzem gigantescas panóplias de meios de combate à natalidade, transformando a hitleriana regra da “solução final” – o aborto, a morte – em objectivo da sociedade e ponto alto do exercício dos “direitos humanos”.

Não é preciso recorrer a preceitos ou conceitos de ordem religiosa para perceber que estamos perante um autêntico crime contra a humanidade, promovido pelo Estado e aceite por uma população que têm sido amputada, via “educação” pública, de capacidade de raciocínio e de julgamento.  

 

Uma excepção:

Se o Presidente da República tivesse abortado o governo do senhor Pinto de Sousa quando podia e devia, o     IRRITADO não teria dúvidas em pagar-lhe o subsídio de maternidade.

Teria sido, com todo o rigor, uma atitude conforme aos direitos humanos, além da consagração de um outro, que não vem nas declarações universais: o direito de uma Nação a não ser sistematicamente sodomizada pelo respectivo governo.

 

3.4.11

 

António Borges de Carvalho



8 respostas a “O ABORTO É QUE É BOM!”

  1. Avatar de daniel tecelao
    daniel tecelao

    Este blog cada vez mais se transforma numa espécie de charlatão da blogosfera.Um assunto que é pertinente,deveria ser objecto de uma análise critica séria.Mas não resiste.O pé puxa-lhe para a tamanca.O Pinto de Sousa tinha de fazer parte da verborreia.Desde que se fornica neste mundo que há abortos, abortivos, aborticidios,abortados e abortadeiras.A cultura judaico/cristã,digamos que tentou regulamentar o caso,remetendo-o para a esfera da moral e da ética e partir daí condenando-o ferozmente.Embora saibamos que a história da igreja católica esteja cheia de abortados nos conventos,mas isso é outra história.Eu sou contra o aborto sem motivos imperativos.Mas a direita que cinicamente vem agora trazer á estampa numeros que nos deveria a todos preocupar e até envergonhar,é a mesma que se opõe á educação sexual nas escolas.Que sempre preferiu varrer para debaixo do tapete a questão do aborto,preferindo que ele fosse feito nos vãos de escada,e perseguir criminalmente as mulheres,que pelos motivos mais variados se viram na obrigação de abortar. Se se fizesse um estudo sociológico sobre a incidência da prática abortiva, chegariamos a conclusões interessantes.A Direita hipocritamente prefere achincalhar os efeitos do que atacar as causas!!!

    1. Só posso lamentar que as mãezinhas de alguns dos políticos e apparatchiks da nossa praça não tenham tido esta facilitação na altura em que engravidaram. Decerto estaríamos bem melhor se elas tivessem abortado “a pedido”!

  2. Avatar de Filipe Bastos
    Filipe Bastos

    Concordo parcialmente com o Tecelão, o que significa que terei de tomar banho, após concluir este comentário. Com ou sem a benção estatal, milhares continuarão a abortar. Enquanto homens gostarem de mulheres (este Governo bem tenta, mas ainda são a maioria), enquanto as hormonas juvenis andarem a par do descuido juvenil, e enquanto houverem pobres e analfabrutos (que este Governo tudo fez por aumentar, com grande sucesso), as gravidezes indesejadas serão inevitáveis. Logo, além de tentar erradicar as causas – coisa que não tem sido feita – é preciso atenuar os efeitos. Um Estado que conhece a população que tem, e os riscos dos abortos ditos clandestinos, e não faz nada por isso, será certamente um Estado hipócrita. A questão demográfica não me impressiona, porque boa parte destes abortos, eram tão indesejados pelos pais como pelo país. Apenas o tal “subsídio de maternidade” é completamente ridículo, e só podia sair da cabeça de xuxalistas.

    1. Avatar de daniel tecelao
      daniel tecelao

      e enquanto houverem pobres e analfabrutos (que este Governo tudo fez por aumentar, com grande sucesso), as gravidezes indesejadas serão inevitáveis.Não me diga que se sente vitima deste governo!!!

  3. Caro irritado, não poderia estar mais de acordo consigo! Por um lado, estamos perante uma clara facilitação do aborto “civilizacional” e incentivo ao aumento da sua prática, desresponsabilizando-se tudo e todos em função de meros interesses pontuais, quando assistimos a uma progressiva e preocupante quebra das taxas de fertilidade e de natalidade; ao envelhecimento da população e inerentes consequências sócio-económicas desta tendência. Definitivamente é, no mínimo, Crime lesa-pátria!Por outro lado, ao se evitarem os tais “abortos políticos” à medida que se mantém “zombies” em adiantado estado de putrefacção no poder, estamos de novo a sofrer novo crime lesa-pátria! Em suma, são extremamente urgentes novas políticas de incentivo à fertilidade e à natalidade; de rejuvenescimento da população e de crescimento demográfico, bem como de respeito pela vida intra-uterina/humana e de apoio à maternidade, que a disseminação do “aborto a pedido” tem contrariado abertamente. E se o aborto civilizacional é CRIME, o aborto político deveria ser uma BÊNÇÃO para qualquer país dado o excesso de zombies, invertebrados e deficientes mentais na política, logo deveria ser totalmente incentivado, pelos órgãos de soberania e por toda a população em geral, até porque estes mentecaptos são incapazes de reconhecer que:«(…) Os custos directos e indirectos com os abortos podem ascender aos 100 milhões de euros, com o pagamento de subsídios sociais e despesas com a deslocação às unidades do continente das mulheres dos Açores e Madeira. Segundo os números oficiais mais recentes, de 2009, por ano realizam-se perto de 20 mil abortos no País, mais de metade dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo.Os 63 mil abortos são apontados pelo estudo da Federação, presidida por Isilda Pegado, que ontem foi entregue no Parlamento juntamente com uma petição com 5700 assinaturas que pede a revisão da lei que despenalizou o aborto. Isilda Pegado questiona a “justiça social de um subsídio pago a 100% a uma mulher que faz um aborto, enquanto outra que fica em casa por assistência a um filho doente recebe 65 por cento do salário”.(…)Fonte: http://debatepublico.com/temas/2011/02/22/borto-apoio-do-governo-seria-um-incentivo-a-mais-para-quem-pensa-em-comete-lo-voce-e-contra-ou-a-favor/

    1. E nem todas as que ficam em casa a assistir filhos recebem subsídio.Quase só as “pobrezinhas” que vivem de outros subsídios é que têm direito a mais subsídios. Esta m….. está toda virada do avesso.

      1. So ha uma solucao… fazer a mala e fugir

  4. Mais uma:«(…) Portugal já é o segundo país da UE-27 com a mais baixa taxa de fertilidade. Pior que nós só a Letónia. Assim, em 2009, a taxa de fertilidade portuguesa foi de 1,32, enquanto a média europeia foi de 1,6. Como podemos ver no gráfico abaixo, há vários países europeus que já conseguiram inverter as suas baixas de fertilidade através de políticas de natalidade (e de imigração) agressivas. Em contrapartida, nós continuamos a fingir que não temos um grave problema de natalidade, e que irá comprometer seriamente o Estado Social e as próprias finanças públicas.(…) Refira-se ainda que os dados agora publicados são de 2009. O INE já alertou que os números de 2010 são ainda piores.»Fonte: http://desmitos.blogspot.com/

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