Então não é que dona Ilda, ilustríssima deputada do PC ao parlamento europeu, mais um conjunto de personalidades bolchevistas, se dedica agora a pintar paredes no Porto?
E não é que a Câmara não deixa? Manda a polícia apreender as tintas, ou coisa que o valha?
Então, e a liberdade de expressão? E a Constituição?, pergunta o PC, prenhe de justa fúria.
Porque é que a donairosa criatura não pinta paredes em Estrasburgo ou em Bruxelas? Com certeza porque em França e na Bélgica vigoram poderosas e desapiedadas ditaduras. Se fosse apanhada nas suas actividades, a criatura era capaz de, deputada ou não, ir parar ao xilindró.
Ao menos em Lisboa, a “liberdade” é socialisticamente apoiada pela Câmara. Veja-se o que os pintores de paredes fizeram na Fontes Pereira de Mello, com tintas, pincéis, pistolas (de pintar) gruas e protecção policial, tudo à conta dos nossos dinheirinhos.
Viva o Porto!
4.8.10
António Borges de Carvalho

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