IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


NO DIA DAS MENTIRAS

No meio de toneladas de informação, estatísticas, opiniões, casos pessoais, exibições televisivas, com tanta gente a dizer que é branco, outras que é preto ou às riscas, ocorre-me perguntar se vale a pena mergulhar neste mar. Talvez o melhor seja o blackout voluntário para não dar em doido.

Já agora, umas perguntinhas sobre a fiabilidade dos números oficiais.

Como é possível que, em 8.000 e tal infectados, haja, há mais de uma semana, só 43 recuperados? Estarão os outros 7.957 doentes sem cura nem morte?

Os infectados são os que fizeram testes com diagnóstico positivo. Como quase ninguém fez testes, serão os infectados 8.000, 800.000, ou outro número qualquer?

Se toda a gente fizesse os tais testes, seria permitido concluir que a esmagadora maioria se safa sem problemas de maior ou sem problemas nenhuns?

Como saber se o número de mortes por causa do vírus está certo? Andarão a meter todos os mortos no mesmo saco? Para além das vítimas do vírus, quantas pessoas morreram por outras causas? Ninguém? O vírus será o bode espiatório?

 

1.4.20



Uma resposta a “NO DIA DAS MENTIRAS”

  1. Avatar de Filipe Bastos
    Filipe Bastos

    Boas perguntas, Irritado. Todos sabem que a China mente, mas alguém estará a dizer a verdade? Até ver, a reacção ao covid parece estranhamente excessiva. Estranha, muito estranha, tão súbita paragem, tão completa suspensão do mantra do ‘crescimento infinito’. Se há meses alguém nos dissesse que parava tudo, cidades, restaurantes, centros comerciais, futebóis, tudo, julgaríamos que era tolo ou um lunático. Os números não ajudam a deslindar o mistério: 50 mil mortes, a maioria velhos e doentes… em três meses… no mundo inteiro. A gripe normal mata uns 500.000 /ano. Todos os anos. E morrem de fome 25 mil pessoas, 8 mil delas crianças… todos os dias. Espanha e Itália estão piores que todos – em dois meses morreram lá 23 mil, metade do total. Ora em dois meses normais, sem covid, teriam morrido uns… 60 mil. Entre dezenas de milhões de pessoas, estes números são ínfimos. Claro que pode piorar, os hospitais não aguentam, etc…. mas a reacção é tão drástica que continua a ser estranha. Afinal quem ganha com isto? Falam dos chinocas, mas estes (ainda) não mandam em tudo. Quem, quem será?

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