IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


PENSAMENTO SOCIALISTA

 

Segundo a dona Ana Drago, os problemas da banca só se resolveriam se toda ela fosse pública, assim cumprindo os desígnios da “revolução”.

É claro que, a salvo dos dinheiros “dados” ao sistema financeiro, só os milhares de milhões em boa hora entregues à CGD foram legítimos, e ninguém terá que os pagar. Não foram empréstimo, nem ajuda do Estado, mas aumento de capital e tramoias do estilo que a UE aceitou!  

Não interessa nada que os empréstimos aos bancos privados que recorreram aos dinheiros da troica já estejam pagos, com altos lucros para o Estado. Quanto ao dinheiro que se pode dar por perdido, algum ainda é capaz de voltar. Mas, se fossem todos do Estado, nem tostão voltava. A filosofia do socialismo é assim.

Por outras palavras: dona Ana, saída, ao que se diz, do BE, mas continua fiel à cartilha.

 

30.5.19



Uma resposta a “PENSAMENTO SOCIALISTA”

  1. Para o Irritado é escusado, mas para os leitores que não usem palas: A Banca cria dinheiro do ar. Quando concede um empréstimo, quando compra dívida soberana, ou quando ‘investe’ nos casinos financeiros, esse dinheiro não foi emitido, não existe. É criado do nada, carregando numa tecla. O empréstimo e os juros, porém, são pagos com dinheiro bem real: este é subtraído à economia para encher tais parasitas. Qualquer ‘lucro’ do Estado é impossível; o que pagam com uma mão, tiram com duas ou três. O actual sistema monetário, assente em dívida e nos bancos criadores de dinheiro, é absurdo e insustentável. Foi desenhado para obter o resultado à vista: dívida perpétua, crescente, impagável, países reféns de bancos e casinos. A CGD é um cancro tão grande como os bancos privados, porque age exactamente como estes. Só é pública para os pulhíticos e mamões do sistema, para financiar tachos e golpadas, para dar cobertura ao seu saque impune. Apenas os estados, ou uma entidade transnacional sob controlo democrático, devia poder criar e emprestar dinheiro. Sem juros.

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