IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


VIVA O CRATO!

 

Não haverá em Portugal uma só alma que ainda não tenha percebido que os chamados “professores” jamais aceitarão qualquer espécie de avaliação, seja feita por quem for, quando for e onde for, tenha o conteúdo que tiver, sirva para o que servir.

Eles são “professores” e, como tal, estão acima de tudo e mais alguma coisa. Se alguém os criticar, cuspirão o mais cobarde, o mais reles, o mais cínico de todos os argumentos, mais ou menos assim: “estamos a defender os alunos, o ensino público e a sua ‘qualidade’, as novas gerações, a democracia, a república”. Maior mentira não se pode imaginar. Fingem que não percebem que são joguete (ou gostam de o ser) de uma organização criada para os dominar e os usar como arma de arremesso contra o governo, este ou outro.

 

Ora o Crato trocou-lhes as voltas. Marcou as provas para uma data tão próxima que já lhes não permitia, legalmente, fazer greve. Apanhados em contra mão, os generais do sindicato disseram cobras e lagartos. O xarroco escarrou os mais rebuscados insultos. Agora, anunciam que vão boicotar, criar desordem, borborinho, gritaria, nos locais das avaliações. A porcaria revela-se mais uma vez.

De três coisas podem os portugueses estar certos:

a)      Enquanto houver avaliações haverá bagunça;

b)      Se deixar de haver avaliações, haverá bagunça na mesma;

c)       Basta que o Crato mexa uma palha, seja que palha for, para haver bagunça;

d)      Se não mexer palha nenhuma, bastará que não mexa palha nenhuma para haver bagunça.

Que diabo, o xarroco tem direito ao trabalho, e o seu trabalho é dar largas à trampa ideológico-revolucionária que lhe enche as meninges!

 

A partir daqui, o IRRITADO recomenda ao Crato que se farte desta gente de uma vez por todas, e exerça os poderes que legitimamente tem sem dar satisfações a quem não as merece e só as usa contra ele e contra todos nós.

Se o fizer, viva o Crato!

 

19.7.14

 

António Borges de Carvalho



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