IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


PONHAM-ME NA FOTOGRAFIA!

 

Em tempos, acho que pela mão do camarada Guterres, saiu do anonimato uma senhora que, julgo, foi ministra, ou secretária de Estado de uma coisa qualquer: dona Ana Benavente.

Não terá ficado célebre por coisa nenhuma que não fosse o ter-se abespinhado com um jornal, do qual, veementemente, se queixou. É que tal diário – já não me lembro qual – publicou uma fotografia “censurada”. A mesma que outro jornal, no mesmo dia, também publicou. Tratava-se de um grupo na margem do qual espreitava a Dona Ana. Num jornal, lá estava ela. No outro, por evidentes questões de espaço, a senhora não constava, isto é, a margem tinha caído. Censura!, gritou ela aos quatro ventos, como se alguém neste mundo se preocupasse em vê-la na fotografia, ou fosse onde fosse.

Depois, a senhora voltou à obscuridade, não sei se permanente se com intervalos. Agora, com o cheirinho a poder que por aí anda, reaparece no jornal – com fotografia e tudo! – a dizer de sua justiça. Clama “ousar lutar, ousar vencer” (onde já ouvi isto?), desfia as cassetes do costume, repisadíssimas, o ódio sem reciclagem, cozido e recozido, sem decoro nem vergonha. Sempre esteve, ficámos agora a saber “muito mais perto do do PCP e do BE, que do PSD e do PP”, coitadinha – no tempo do Guterres não se lembrou de dizer tal coisa – e vê agora uma luz no túnel, aberta pelo PSC (PS do Costa).

Postas as coisas em pratos limpos, vem a senhora acenar ao PSC: cá estou camaradas, não se esqueçam de mim, ponham-me na fotografia!

Para memória futura.

 

5.11.15



4 respostas a “PONHAM-ME NA FOTOGRAFIA!”

  1. Essa gaja foi ministra da educação. Nos tempos de má memória gutérrica. Tirou a autoridade aos professores, esvaziou os conteúdos para evitar que os meninos que não estudam se sentissem discriminados.Um lixo!Assisti a uma mesa redonda onde ela e o mostrengo obeso Odete Santos defendia a escola inclusiva. Os malfeitores eram alvo do maior enlevo e os professores diabolizados. A disciplina nas escolas levou um rude golpe com esta megera.

  2. Não foi desta dona que Mário Soares disse que nem para dona de casa servia?Se não disse, pensou.Foi isto ministra da educação.Que nível mais baixo. Conseguiu pôr professores contra professores e prejudicou todos.

    1. O Chulares chamou dona de casa a Nicole Fontaine, quando perdeu para esta a presidência do Paralamento Europeu. À Benavente não me recordo, mas acho estranho chamar nomes a uma ministra xuxa, sendo ele o padrinho da coisa.Já quanto à Fontaine entende-se a frustração: quem melhor que o Chulares para presidir a uma associação de chulos?

  3. Esquecendo por um momento a fascinante Benavente: já aqui bati no Paulo Morais, quando foi a um congresso qualquer xuxo-esquerdalha. Mas que diabo, o homem continua a ser o único em Portugal, com alguma visibilidade merdiática, a falar do que importa:«Será que é correcto pagar religiosamente dívidas que foram mal contraídas? Em Portugal, o governo não hesita: assume de forma acrítica o pagamento de empréstimos ruinosos e fá-lo à custa do sofrimento dos cidadãos. Na Grécia como em Portugal, o crescimento da dívida teve origem em corrupção, em investimentos faraónicos e inúteis, em empréstimos mal negociados. O estado adquiriu submarinos num negócio marcado pela corrupção; construíram-se dez estádios caríssimos para o Euro 2004; sucessivos governos contraíram empréstimos a taxas próprias de agiotas. Além disto, o Estado nacionalizou os prejuízos do BPN e dispõe-se a perder mais de dois mil milhões com a venda do Novo Banco. E ainda negociou parcerias público-privadas, garantindo taxas de rentabilidade milionárias aos privados, por décadas, muito para além do tempo do mandato de quem decidiu. Um regabofe! Com este tipo de governação corrupta, os grupos económicos do regime (Mota-Engil, EDP, Lena, Lusoponte…) garantem a sua prosperidade. E o povo assume os prejuízos. Com sofrimento, aumento de impostos, redução de saúde e educação. Para nos deixarmos de ver gregos, deve ser estabelecido no Orçamento de Estado um limite máximo ao pagamento da dívida. E é imperioso que NEGÓCIOS DO ESTADO com custos elevados ou CUJOS PAGAMENTOS SE PROLONGUEM PARA ALÉM DOS MANDATOS DE QUEM OS DECIDE SEJAM REFERENDADOS. Já que os governos querem defender os grupos económicos, defendamos nós o futuro dos nossos filhos.»

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