IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MISÉRIA

Consta que, na Noruega, o governo foi abordado por uns tipos da comunidade muçulmana que queriam construir uma mesquita financiada pelo governo da Arábia Saudita. Foi-lhes respondido que sim senhor, na condição de a Arábia Saudita autorizar a construção de uma igreja Cristã em Riade, financiada pelo governo norueguês.. O problema ficou resolvido.
Na Holanda, o governo publicou uma regulamentação sobre o uso de adereços muçulmanos radicais nas mulheres que cruzam o território nacional. Mostrem o focinho, suas parvas!

Em França, uma boneca, ao que consta de origem magrebina, ministra não sei de quê, decidiu, com o aval governamental e presidencial, acabar com o ensino do latim e do grego, tornar obrigatório o ensino da “civilização muçulmana” e opcional o da civilização cristã.

É sabido que o senhor Hollande é uma besta quadrada. É sabido que arranjou um espanhol para primeiro-ministro. É sabido que não faz ideia do que fazer à vida. Mas, que diabo, há limites ao abrir de pernas ao repugnante “multiculturalismo”, cujos miseráveis resultados os franceses já deviam ter percebido.
Haverá, lá nas franças, quem reaja a esta miséria moral, cultural, social, política? Duvido. A França, por muito que tenha dado à civilização, sempre esteve à frente das maiores merdas que se possa imaginar.

25.5.15



4 respostas a “MISÉRIA”

  1. Primeiro a Grécia e depois a França foram dois marcos muito importantes na civilização ocidental e mundial.Actualmente a França e a Grécia são 2 exemplos negativos para a civilização ocidental. Não se riam muito porque nós por cá também temos um costa grande admirador dos francos de Hollande e dos gregos do syrisa.Abençoado troca.tintas

    1. Avatar de XXI (militante PSD)
      XXI (militante PSD)

      É assim: Lisboa paga a traidores.Esta é a conclusão da análise feita por José Manuel Diogo (Especialista em Media Intelligence) na crónica hoje publicada no JN.Em 2014 o Governo conseguiu aquilo que durante anos foi a sua única obsessão: conseguir a “saída limpa” do programa de assistência financeira.Com a “saída limpa” distanciava-se da Grécia e juntava-se à Irlanda, reforçava a sua imagem de competência e conseguia o argumento de que tanto precisava para justificar aos portugueses o porquê de todos os sacrifícios impostos – alguns deles muito para lá do que a Troika exigia. Chegou mesmo a inventar um relógio que contava as horas, os minutos e os segundos que faltavam para que Portugal recuperasse a independência.Para ter sucesso o Governo acreditava que era essencial que o caso BES não rebentasse antes da data do fim do resgate. Se o maior banco privado português, o único que até à data não tinha precisado da ajuda do Estado para atravessar a crise, colapsasse antes da Troika abandonar Lisboa, isso iria prejudicar a perceção de risco do país. Tornaria mais difícil a saída “limpa” e, se assim fosse, o desejado sucesso não podia ser reclamado. Para Passos Coelho e Maria Luís era fundamental adiar a queda do BES.Foi neste caldo que, comandado por Ricardo Salgado, o BES esticou totalmente a corda ao violino, “obrigando” o Governo, o Presidente da República e o Banco de Portugal – a quem cabiam as tarefas de supervisão – a assobiar para o lado até que o FMI levantasse voo da Portela.http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=4586366&opiniao=Jos%E9%20Manuel%20Diogo

      1. O primeiro-ministro quer reconduzir o governador para mais cinco anos de mandato. É apenas o reconhecimento público por serviços prestados ao Governo.”Mesmo que o processo acabasse na decisão de substituir o governador, Passos Coelho nunca o iria criticar na praça pública”, disse sábado ao Expresso (fonte governo, “Não ficaria bem estar a enterrá-lo, quando é ele que está a conduzir a venda do Novo Banco”. Além de que arrasar a imagem do governador seria reconhecer que toda a condução do caso BES foi um desastre. Passos quer provar o contrário: que Carlos Costa teve “um papel importantíssimo na gestão do processo”.Teve mesmo. Como fica demonstrado. Em questões de traição há sempre uns que mentem e outros que choram – neste caso, choram os investidores que Carlos Costa traiu pela forma como geriu o caso BES.

  2. Avatar de António Maria
    António Maria

    E a Marine Le Pen as esfregar as mãos.

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