No que a Cohen diz respeito já todos os elogios fúnebres foram feitos, e bem merecidos.
Todos e mais um, o de Sua excelência o Presidente da III República. Cito: “como Presidente da República tenho que admitir que Leonard Cohen foi um nome importante da música a nível mundial”.
Marcelo “tem que admitir”. Não admite, é obrigado a, não deixa de, faz o frete. Não acha, admite. “Foi” um nome importante. Já não é. Bolas.
Homens da importância e do estatuto de Marcelo não deixam créditos por mãos alheias!
13.11.16

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