O “Expresso” desdobra-se, como toda a gente, em elogios à forma como, no assalto ao BES, a PSP tratou do assunto.
Mas, para não deixar os seus créditos por mãos alheias, lá vem também a exigência “ética” de um inquérito rigoroso ao que se passou. Como se o que se passou não fosse evidente para toda a gente.
O jornal privado chamado “Público” afina pelo mesmo diapasão. Morreu um homem, há que espiolhar as coisas e saber, concretamente, se não havia outra solução.
O Irritado, como sabe quem o lê, não se conta entre os admiradores seja de que polícia for, muito menos da PSP.
Mas, que diabo, o que se passou não se mete pelos olhos dentro? Os jornais que fazem este tipo de exigências não estão integrados no espírito policiesco, invejoso e persecutório que é uma das mais aberrantes características dos portugueses em geral e dos polícias portugueses em particular?
António Borges de Carvalho

Deixe um comentário