IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


INCURSÃO NA BESTIALIDADE POLÍTICA

Costa, o ultraoco, saiu-se ontem com uma com mais uma demonstração da sua ingente categoria moral, social, política e educacional. Querendo, ao que parece, condenar a política do governo em relação aos dinheiros da UE, lembrou-se de dizer que o Poiares Maduro não percebe nada do que se passa, é incompetente, etc., porque, imagine-se, fez carreira no estrangeiro e não conhece o país. Ora, como toda a gente sabe, o Doutor – por extenso – Poiares Maduro teve, no estrangeiro, uma brilhantíssima carreira, a qual, se alguma coisa poderia merecer ao saloio Costa, seria elogios. Como toda a gente sabe, Maduro precisava tanto de voltar a um lugar como este – cheio de costas e costófilos – como de ter uma pneumonia. Como toda a gente sabe, Maduro precisava tanto do lugarzinho no governo como de um corte nos rendimentos. Ou seja, é daqueles que, goste-se ou não da sua obra, se pode dizer que apareceu por aí para servir sem se servir. Fica assim, mais uma vez, demonstrada a natureza abaixo de cão do Costa, miserabundo e rasca politicão, talvez guiado por alguma industânica inspiração. Esta última é para entrar, se me perdoam e dão licença, no género de argumentação do fulano.

Imagine-se agora que, a propósito do repugnante incidente, o jornal socialista “Público”, sobre ele, nem uma palavra. Vem dizer-nos que o Maduro vai respondendo ao Costa “em vez de esclarecer o eleitorado”. Isto é, em matéria de argumentos, põe-se ao nível do intragável socialista. Ao mesmo tempo que o ministro anda por toda a parte a explicar a quem o quiser ouvir, e nos media a toda a gente, o como da aplicação dos dinheiros da União, o Costa diz que ele não conhece o país que percorre sem descanso, e o “Público” que ele não esclarece o eleitorado”.

Ainda há quem diga que isto não é uma piolheira. Talvez tenha razão, mas que há por aí piolhos, e dos malcheirosos, com fartura, disso não restam dúvidas.

 

19.2.15

 

António Borges de Carvalho



7 respostas a “INCURSÃO NA BESTIALIDADE POLÍTICA”

  1. O irritadiço continua a trautear “A CANÇÃO DO BANDIDO”!

  2. Acerca da “INCURSÃO NA BESTIALIDADE POLÍTICA”.Hoje li no JN que actualmente os políticos, gestores públicos e magistrados têm um rendimento superior ao que auferiam em 2011.Com bem sabe, uma das nossas maiores “mazelas” estava (e está) nos nossos gestores: dos mais bem pagos e dos mais incompetentes. Quererá vossa excelência exemplos concretos (excluindo Catroga) de gestores incompetentes e bem pagos?

    1. Saiba vossa excelência que, sendo um mero pensionista, com a pensão devida e infelizmente amputada, não percebo nada de vencimentos de gestores. Acresecento que, se são privados, não pode haver controlo, competentes ou não. Se são públicos, aceito que haja compensações para a competência. Difícil é “julgar” quem merece mesmo e quem se aproveita de decretos e portarias. O critério dos resultados será o único mas… como se estabelecem os objectivos? Deve haver solução, não acha?Já agora, é capaz de me dizer como é que este post lhe suscita tão douta reflexão?

      1. Questiona sua excelência “…como é que este post me suscita tão douta reflexão”. Grata pelas suas “bondosas” palavras (obviamente por as qualificar de doutas).Bem, para quem afirma que “…não percebe nada de vencimentos de gestores”, desenrasca-se bem! Tadinho do “mero pensionista, com a pensão devida e infelizmente amputada”.Tão “desinteressado” que o senhor é! Quer enganar quem? Os tolos, com “papas e bolos”?

    2. Atão seu Filipe, está adormecido?

  3. Andando por aí corres-se o risco de deparar com MUNDO DAS BESTAS. No entanto, mesmo aí, sempre se retirar ensinamentos. Não é que, numa assembleia dum partido politico do arco do foder, ouço um interveniente proferir o seguinte: nas próximas legislativas votarei no partido da sua mãe (na verdade disse p’….) porque vou deixar de votar nos seus filhos.

  4. Para se reformar o Estado deve-se acabar com departamentos inúteis, redundantes, e centenas de “esponjas” partidárias (fundações, observatórios e institutos fantasmas), bem como extinguir os cargos dirigentes sob indicação partidária.A Administração Pública, não se reforma despedindo operacionais, como jardineiros, carpinteiros, cantoneiros, pessoal de limpeza, auxiliares de enfermagem, etc., cujos serviços são depois contratados a empresas privadas cujos “gestores donos” estão invariavelmente ligados com grude ao PS, PSD, CDS-PP e PCP.

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