IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


FRASES

 

De dona Helena Garrido, muito conhecida lá em casa:

O frágil estado em que começa a estar a classe política limita perigosamente a sua capacidade para combater a implosão social sem controlo da revolta.

Julga o IRRITADO que o que a senhora quer dizer, posto o texto em português, será qualquer coisa deste género: Se a classe política não arranja maneira de se prestigiar, será difícil conter a revolta das pessoas.

Por outro lado, notemos o uso da palavra “implosão”, aplicada para significar exactamente o contrário do que significa.

Nada disto impede que a senhora “comente”, nem que as suas lapidares frases sejam citadas, com o devido destaque, na nossa tão culta imprensa.  

 

De dona Catalina Pestana, ex dirigente de várias coisas:

A ética republicana está pelas ruas da amargura.

Como é que uma coisa que nunca existiu ou, se existiu, foi pela negativa, pode estar pelas ruas da amargura?

 

Do senhor Rogério Chambel, seja lá ele quem for:

A escola é um mundo onde a violência anda à solta. Está na fila da frente e nunca falta.

Não sei se será. Quem isto lê, há-de pensar que “a escola” – todas as escolas – é uma espécie de coliseu, com gladiadores, facas, feras e defuntos. Não é verdade. O que é verdade é que se pretende fazer entrar o “crime” nas escolas, a substituir umas coisas que usavam chamar-se disciplina e autoridade. O que é crime é crime por ser crime, não há crimes “especiais” por ser praticados dentro das paredes de uma escola. Há aqui duas tendências, qual delas a mais perigosa: criar leis “especiais” e desresponsabilizar quem é ou devia ser responsável nas escolas. A “entrada”, nas escolas, de uma miríade de novos sujeitos com “competência escolar” (alunos, pais, empregados, ministérios, governo, etc.) em vez de criar “comunidades escolares”, serviu para que todos se desautorizassem uns aos outros. Responsável é sempre “o outro”.

A frase em apreço é de um alarmismo e de uma irrealidade a toda a prova.

 

23.1.11

 

António Borges de Carvalho



9 respostas a “FRASES”

  1. Desta feita, tenho de reconhecer que estou de alguma forma cordato com a análise da violência escolar.Acho que as várias entidades intervenientes ainda não sabem conviver bem com a situação.Sempre houve violência escolar,eu sei,andei na escola.Ela dispara na razão directa da abertura da mesma a camadas da sociedade com carências culturais e socio económicas.A Republica veio substituir uma monarquia decadente,oligarquica e corrumpida.Se o povo gostasse do seu Rei e defendesse a monarquia como regime,não teria sido tão fácil a implantação da republica.A republica foi uma nova esperança para um povo cansado de ser espezinhado,muito mudou para melhor,nem tudo correu como se pretendia,muitos dos protagonistas migraram do antigo regime.Afinal a história repete-se!!!

    1. se agora o sr. tecelão parece um velho caturra, quando andou na escola seria certamente o “caturrinha”!!!

      1. Se quizer,ainda me há-de explicar porque me chama caturra.Aa caloptisas são aves bonitas e simpaticas,tenho duvidas que seja por isso!!!

        1. É óbvio que não se pode comparar com essas simpáticas aves.Explico: usa-se o termo caturra também para adjectivar pessoas que gostam de questiúnculas, neste caso você.A propósito da escola, se os pais educassem os filhos haveria menos problemas. As entidades intervenientes tão-se nas tintas, não querem chatices.

          1. Obrigado pela sua esclarecida explicação.Eu serei caturra,segundo a sua opinião e conceito de caturra,mas você tem pretensões a bruxo.Sem me conhecer de lado nenhum,põe-se a adivinhar o meu perfil.Caturra,(seja lá o que você entede por isso),e gosto por questiunculas,e outras coisas que por aí espalhou.Eu não gosto de questiunculas,gosto de questões!Ninguem pode dar aquilo que não tem,se os pais não foram educados,como poderão educar os filhos?

          2. Longe de mim ter quaisquer pretensões. Se tivesse seria a bruxa, não a bruxo.Já há muitos anos que a escola é para todos e desde que o mundo é mundo que os pais devem educar os filhos. E desde esse tempo que quem faz mal tem de ser castigado.Damos demasiados nomes e andamos à roda com as coisas mais simples da vida.

        2. Quem não sabe escrever “quiser”, dá-se ao trabalho de ir descobrir que caturras são calopsitas (para parecer culto!), e mesmo assim consegue enganar-se na palavra… Extraordinário!

          1. Temos de levar isto um bocado a rir pra não darmos em doidos.

          2. Você está sempre mortinho para se meter comigo,qualqyer pretexto lhe serve.Agradeço-lhe o reparo e devolvo-lhe a pretensão a culto.

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