O chefe Costa opina que é preciso “consolidar o que o partido conquistou em 2013”, isto é, o chefe Costa pendura-se nas vitórias do Seguro, homem que ganhava por “poucochinho”, mas ganhava. Por isso, poucochinho passa a muitochinho, apesar de ter o chefe Costa corrido com o tal Seguro. Um bom teste de avaliação da “palavra honrada”.
O chevalier servant do chefe, por baixo da madeixa, declara que é preciso “consolidar as conquistas dos últimos anos”, isto é, pendura-se nos inegáveis feitos de Passos Coelho para ultrapassar os malefícios do PS. Talvez por isso não mereceu loas do chefe no congresso da carneirada. As loas foram para o mentecapto da educação, conhecido estatista protobolchevique, bem mais próximo da filosofia oficial em curso.
Esclarecendo as massas, a pencuda Mendes declara que “não há nenhum pacto de não agressão com o PC, nem coligações pré-eleitorais nas autárquicas”. O esclarecimento durou pouco. Veio o S.Silva, trauliteiro-mor da agremiação, re-esclarecer que tudo será “caso a caso, sem esquecer que o partido tem acordo com o PC e o BE”.
Mais clara ainda é a palavra do chefe em relação à “Europa”. Diz ele que basta “escolher entre obediência e subserviência”, deixando ao maralhal a tarefa de saber se a “palavra” preferida é uma ou outra, ou nenhuma delas, como era hábito de Passos Coelho, e que é preciso “reveter”.
Assim se vai esclarecendo esse bando de estúpidos que, na opinião do chefe, integra o povo (e a pova).
6.6.16

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