IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


ENERGÉTICAS BURRICES

 

De vez em quando surgem verdades verdadeiramente inconvenientes:

 

1. O presidente da EDP veio informar que os moinhos de vento do senhor Pinto de Sousa implicam um “sobrecusto”, em 2011, de 509 milhões de euros.

2. A ERSE, entidade a quem devemos a “regulação” dos preços da energia, acha que os “sobrecustos” com a “produção em regime especial” (eólicas e co-geração) serão, em 2011, de 1.200.000 de euros.

3. O senhor Rui Cartaxo (nada a ver com carrascão), chefe da REN, acha, com carradas de razão, que os custos das energias renováveis e da co-geração “têm de ir transitando para o mercado”, quer dizer, deixar de ser “regulados”.

 

Preparai-vos, ó gentes! Quando os custos dos disparates energéticos do chamado governo lhes caírem em cima, nem a alma se lhes aproveita.

Pior. De uma forma ou de outra, eles acabarão por lhes cair em cima. É uma questão de tempo. A alma foi condenada à extinção pelo senhor Pinto de Sousa.

 

27.1.11

 

António Borges de Carvalho



19 respostas a “ENERGÉTICAS BURRICES”

  1. Era pô-los todos juntos lá nas cavernas em Foz Côa.A propósito, qual tem sido o retorno económico com os magotes de turistas?Obrigada

    1. Caríssima pirataFaz ao irritado uma pergunta a que ninguém responderá: a generalidade porque não sabe, os outros porque não querem.Toda a gente sabe, porém, que turistas não há e que já lá estão enterradas algumas dezenas de milhões, isto sem contar com as centenas que foram abandonadas ao seu destino na obra da barragem e das outras centenas ou milhares de milhões, em wats (é assim que se escreve?), que não foram produzidos.E tratava-se de energias renováveis! A coerência é uma coisa que nada tem a ver com socialismo.

    2. As gravuras não sabem nadar!!!

      1. Caro Tecelão:Vejo que regressou após os dias de luto politico.A sua resposta está completamente fora de tempo.Você sabe, muito melhor que eu, que todos reconhecem o fiasco e a perda de mais-valias daquela treta.

        1. De facto estou de luto,mas pior que o luto,é a vergonha que sinto por ter tal criatura como presidente da republica.Um país não é só mais valias.Preservar a história de um país nunca é uma treta.

  2. E mais curioso é que ninguém pede contas ao sr Guterres.Vão branqueando estas barbaridades até o sujeito, engº que não sabe fazer contas (oh, diabo! Isto lembra-me uma certa fábrica de diplomas), regressar, daqui a um par de anos, para concorrer a PR, apresentando-se resplandecente perante os boçais do costume e outros animais de tiro.

    1. A propósito de boçalidade;Guterres licenciou-se no IST,e foi um dos melhores alunos do seu curso.Em matemática ia para alem da raiz quadrada.A história que se conta para animar parvos,que Guterres não foi capaz de fazer uma simples conta,daí a famosa frase,”é só fazer as contas”,decorreu quando Guterres passou por uma fase dificil,tinha a mulher acometida de grave doença que acabou por a matar.Boçalidade é coisa que sobra neste blog!!!

      1. Sobre o aluno em causa, não podes saber mais que eu.Ahaha!Quanto a boçalidade, não era a ti que queria atingir, mas sim à generalidade dos lacaios da Cosa Súcia, também conhecida como matilha de parasitas e psicopatas da política.Para ti, por especial deferência, deixei o qualificativo: “outros animais de tiro”.Espero que fiques satisfeito com a promoção. É gratuita.Não cobro honorários para dizer evidências.

        1. Porra,afinal este homem não é boçal,até sabe da vida académica de Guterres.Tambem há boçais engenheiros,ou engenheiros boçais?

          1. Ó tecelão, já saíste da posição de cócoras, com que bajulaste o “chefe”?És mesmo um burro chapado.

      2. Mas foi o irmão do Costa que lhe passou a rasteira… O próprio já teve o descaramento de confessar que o andava a perseguir para o enrrascar…Será daí que surgiu o Pântano?

  3. Gordo disparate,que as futuras gerações não perdoariam,era não apostarmos nas energias renovaveis,que alem de pouparem o ambiente nos permitem alguma independencia energética.A importação de energia,constitui a maior parcela na factura das nossas importações.

  4. Peço desculpa mas tenho de desabafar:- Ouvi hoje que numa escola de Castelo Branco se avariou a caldeira com SETENTA ANOS – Conquista de Abril – e deixou de haver aquecimento.Gostava de saber 2 coisas:-Nos últimos 36 anos quantas vezes houve manutenção à caldeira?-Nos últimos 36 anos quantas vezes se pagou e a quem a manutenção da caldeira?Ficarei atenta hoje aos telejornais esperando os comentários da criatura do sindicato.- Logo a seguir oiço as bonitas somas que todos sabemos ganharem os Grandes gestores das empresas públicas.É fartar, vilanagem.

    1. Uma caldeira tem inexoravelmente um tempo de vida,independentemente da manutenção que tiver.Um dia acaba,aliás como tudo.Esta caldeirinha pelos vistos até não andava mal assistida.Setenta anos para uma caldeira,é uma idade muito respeitavel.

      1. Afinal o tecelão também percebe de caldeiras.Este homem(?) é uma enciclopédia.Das caldeiras às pinturas da foz do Côa, passando pelas energias renováveis, claro.Este tecelão, só empalhado!Esta vigarice das renováveis é apenas uma das negociatas do bando do Sócrates.O futuro vai mostrar quão ridículo é tudo isto.

  5. É uma tristeza que tenhamos que nos manter em permanente alerta perante estes governantes-políticos/maus-gestores, mais os gestores públicos (políticos e maus, que em empresas de gestão privada já há muito tinham sido privados da gestão), e ainda os seus apoiantes (alguns que arrastam por aqui a sua necedade), todos eles irmanados em tentar extorquir quanto possam da res publica.Mais triste é o descarado impudor (a tautologia é intencional) com que nesta última década uns legislam, outros manobram e os terceiros aplaudem.Supremamente triste é o raso nível com que tudo isto é feito. Ouvi ontem o primeiro-ministro a fazer (melhor dito, a tentar, porque de florentino não tinha nada) – a fazer, dizia eu – ironia sobre o que se gasta ou não com os jardineiros da sua residência oficial. É difícil, se não impossível, descer mais baixo, sobre qualquer prisma que se queira considerar a forma como ele interpreta e desempenha o importante cargo para que foi eleito.Esta falácia das novas energias é mais um negócio “à Magalhães”: a pretexto de inovar, inventam afinal novas formas de roubar, numa infame reedição da “Arte de Furtar, Espelho de Enganos, Theatro de Verdades, Mostrador de Horas Minguadas, Gazua Geral dos Reynos de Portugal, etc.”.O “eng” Sócrates foi votar? Pois foi, no seu carrinho eléctrico, o brinquedo tecnológico por si tão apregoado. Vamos todos passar a usar essas novas tecnologias limpas, no meio de tanta sujeira que esta malta faz? É decerto uma boa ideia, só é pena que daqui ao Porto a viagem demorasse 3 dias, se houvessem – como não há – postos de reabastecimento. Deve ser por isso que o TGV não pode esperar…E sobre todo este desânimo de sermos conduzidos, extorquidos e importunados por gente inferior em tudo menos na desvergonha, lemos ainda aqui, comentários na versão caseira dessa espessa, densa e inexpugnável imbecilidade, dia após dia após dia, na sua estrita e estreita vassalagem de alma alvar, feliz por sê-lo.Há mais de 100 anos já Ingersoll avisava: “Mental slavery is mental death, and every man who has given up his intellectual freedom is the living coffin of his dead soul.”Mas para que o aviso tivesse efeito era preciso que soubesse ler e escrever – o que é diferente de repetir palavras de ordem.O que se passou em Foz Côa foi mais uma torpe mistificação, que nos custou uma incalculável fortuna – só para Guterres e Carrilho passarem por gente civilizada perante um Cavaco insensível ao Paleolítico. O abandono em que tudo aquilo está vem mostrar que os socialistas são indiferentes às tais eras remotas – e àqueles que precisam de viver hoje.

    1. Caro ManuelB, a melhor palavra para os classificar a todos: DOUCHEBAGS

    2. A escravidão mental e a hipoteca da liberdade intelectual,cola melhor com súbdito que a um cidadão.

      1. Ó chapado tecelão, vai praticar a posição que mais gostas (de cócoras perante o chefe).Desaparece.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *