IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


EDUCAÇÃO TRAFULHA

 

Como é do conhecimento geral, a Educação, como a Justiça, está de rastos.

Acumulam-se as asneiras. O hiper sindicalismo dos professores encontra merecida consorte na incompetência do governo.

Às criancinhas, como universal panaceia, é dado um computador, adquirido por vias dificilmente descortináveis e que a União Europeia considera ilegítimas. As criancinhas, privadas da tabuada e viciadas em joguinhos da internet, perderão qualquer hipótese de fazer contas por si próprias, para já não falar em cálculo mental ou em tempo para fazer trabalhos de casa. Os demais alunos (do secundário), a quem os computadores podiam fazer algum jeito sem os prejudicar, ficam a ver navios.

Os exames não são exames, mas “provas de aferição”. A aferição destina-se exclusivamente a alimentar as estatísticas do governo. Para os alunos, a aferição é indiferente e, como tal, contraproducente. Chumbar é proibido!

O ministério está entregue a gente do calibre daquela fulana, socialista de gema, que, com provas dadas, não sabe absolutamente nada de português e se dedica a fazer perseguições políticas aos seus subordinados que não gostam do senhor Pinto de Sousa, perante o olhar enlevado deste.

As autoridades educativas, à boa maneira dos manuais do estalinismo, ou das NEP’s do nazismo, dedicam-se a mandar os professores proferir um determinado número de frases, que devem “ler em voz alta” nas provas de aferição, sendo-lhes proibido falar por palavras suas. É o discurso do Big Brother reeditado.

Uma professora vem para as aulas contar as suas tropelias sexuais (com o marido, nada de infidelidades!) às criancinhas. Mas o mau da fita foi o aluno que gravou a conversa, não a professora que a fez ou provocou.

As meninas são incentivadas a ir para a escola com as maminhas e as coxas à mostra. Um professor reaccionário queixou-se de que uma menina, na aulas, insistia em mostrar-lhe as cuecas, o que provocou inúmeras manifestações de indignação, contra o professor, como é evidente.

No meio desta miserável pangaiada, de que só dei, acima, alguns modestos exemplos, o que preocupa o PS, a esquerda, o governo, o senhor Pinto de Sousa? A “educação sexual”. Não faço ideia do que seja educação sexual, porque, no meu tempo (bem sei que era o tempo do “fascismo”), o sexo não se aprendia, descobria-se e vivia-se, umas vezes melhor outras pior.

Algo me diz que a educação sexual consistirá em explicar às criancinhas que, fazer asneiras, muito bem, machos com fêmeas, machos com machos, fêmeas com fêmeas. Tudo, como é evidente, dentro de regras de moral higiénica, isto é, respeitando o uso da camisa de Vénus, do tampão, da pílula preventiva e da do dia seguinte. Será dito às meninas que, se se distraírem, haverá sempre um subsídio do Estado para o aborto, e umas férias de “maternidade” à disposição.

A educação sexual, preocupação maior das forças vivas da esquerda, governo incluído, em relação ao ensino, veio substituir a Organização Política e Administrativa da Nação que se dava no meu tempo. Só que esta, como era dada a fulanos já com cabeça para pensar, tinha efeito reduzido. A educação sexual, essa, vai começar aos onze ou doze anos. Calcule-se a confusão na cabeça das criancinhas!

Mais um favor que a Nação vai, por certo, ficar a dever ao senhor Pinto de Sousa.

24.5.09

António Borges de Carvalho


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