IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DIPLOBARDIA

 

Toda a gente sabe que o dr. Machete foi uma triste escolha de Passos Coelho. “Toda a gente” não é uma forma de expressão, é mesmo toda a gente.

A história do tipo da greve da fome em Luanda é sintomática, ainda por cima sendo o homem também cidadão português. Ora o ilustre governante tem a lata de dizer que não tem nada com o assunto, porque o grevista está em Angola, sujeito à respectiva lei, não à nossa.

Para além da questão de política interna – fornecer parangonas ao folclore da esquerda – há a, mais importante, responsabilidade pela eventual morte do fulano, que não deixará de ser alegada e assacada, com fanfarra e charamelas, a quem não terá mexido palha que se visse a este respeito. Não colhe o facto de haver muitos portugueses a trabalhar na ditadura do MPLA, até porque, em contrapartida, os angolanos têm, via Santos (Isabel e Eduardo dos ditos) enormes interesses cá no sítio. É a desculpa do costume, que contribuiu, por exemplo, para a entrega de centenas de milhar de portugueses e de uma data de empresas às mãos do Chávez/Maduro, levada a cabo pelo 44/33. O tal Machete já devia, pelo menos, ter chamado o embaixador de Angola às Necessidades, pedido ao PR que fizesse uma chamada ao colega Eduardo, ou outra coisa qualquer que mostrasse interesse pelo facto.

Diplomacia é diplomacia, mas não se deve confundir com cobardia.

 

20.10.15



Uma resposta a “DIPLOBARDIA”

  1. Chamar “triste escolha” ao Mamão Machete é um típico eufemismo do Irritado. Fosse o governo PS e imagine-se a gritaria. Deixar lá morrer o tipo, nestas circunstâncias, é mesmo uma vergonha. E só um bandalho pode dar a cara por ela, e ainda ter a lata de permanecer no tacho. Esse bandalho é o Machete.Numa reportagem sobre o tema, alguém recordou algo interessante: outros países têm um Ministério dos “Foreign Affairs”, assuntos estrangeiros. Nós temos dos NEGÓCIOS estrangeiros.Entre o governo português e a máfia angolana, realmente só há negócios. É uma espécie de esquina. Negoceia-se o preço e vende-se Portugal no quarto de hotel mais próximo. Vendo bem, o Machete até está no lugar certo.

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