DA MAFIA POLÍTICA
3 respostas a “DA MAFIA POLÍTICA”
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Você deveria bater na boca( no teclado) três vezes,só porque refere Natália Correia no seu sermão.Creio que a senhora não apreciaria a sua linguagem carroceira (para usar um termo que aprecia e com todo o respeito por quem conduz carroças)sobre rabichagem,larilas,fufas,mariquismo,entre outros.Para mim,não foi Sampaio que correu com Santana,foi a mafia (usando um termo que lhe é caro) do PPD,calçaram-lhe os patins,Sampaio só deu um empurrão.Essa da distância moral entre Cavaco e os socialistas,carece de melhor demonstração!!!
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Olá Amigo ABC Quando vejo e ouço determinadas afirmações relativas ao menino “Zezinho do Burro” (dito) Pinto de Sousa, quando o adjectivam de corajoso, e outras tantas balelas propagandísticas , interrogo-me se de facto, o país não endoidou de vez? (tal como dizia o outro, que é apelidado de ditador e outras coisas mais) Porém, Coragem tem o meu amigo ABC , que consegue escrever e descrever o que de facto se passa neste Pais das maravilhas, onde não há crise, onde não há desemprego, onde as famílias vivem felizes, e, se algum mal ainda possa existir, deve-se ao efémero consulado (de 4 meses) de Santana Lopes, que é o principal responsável de todos esses males ou então à crise internacional, visto que, quem está em crise é a Alemanha, a França, a Itália, a Espanha, os Estados Unidos , o Japão, e etc.. O certo é que Portugal apenas está ressentido do que fez o dito Santana e a crise internacional. Todos nós sabemos, que o Consulado de Forrobodó de António Guterres foi uma maravilha “tão maravilhosa”, que até o próprio optou por sair a meio do 2º mandato, talvez porque só nessa altura percebeu o logro em que estava metido, e que as maravilhas despesistas e da criação de tantos postos de trabalho em Empresas Públicas, criadas à revelia do encerramento de serviços do Estado, que para o efeito mudaram de nome de Direcções Gerais para Institutos disto e daquilo, porque aquelas não eram comportáveis visto que existia um Director Geral e um ou dois adjuntos (dependendo da dimensão da dita) pelo que, com o encerramento das ditas se criaram Institutos (nalguns casos chegaram a fazer dois e três Institutos, para ocupar o lugar daquelas) e nestes Institutos, criou-se um aparelho em que passava a existir um Presidente a Ganhar no mínimo o dobro do que ganhava o Director geral, mais 4 ou 5 directores em cada um destes Institutos a ganharem pouco menos do que o presidentes dos ditos. Adicione-se que a entrada de pequenos directores, directorzinhos e directorezecos a ganhar balúrdios para esse ditos Institutos, foram mais do que muitos, que passaram a comandar os Funcionários públicos de verdade que não quiseram deixar de o ser e aderir à situação de funcionário dos mesmos Institutos , mas que continuaram a desempenhar as funções que sempre desempenharam, mas, sendo tratados a baixo de cão, por esses tais directoresinhos , que até pareciam que odiavam todos aqueles que sempre fizeram aquilo que eles passaram a fazer, mas, mal e porcamente. Note-se que estes escolhidos do Socialismo para ocuparem esses cargos, quando se alvitrou a hipótese de se fazer alguma limpeza a estes excessos, todos se passaram a intitular de Funcionários Públicos, e pelos vistos estão a ser tratados como tal. Depois aparece aqui o menino Zezinho a lutar contra os Funcionários Públicos porque são demais e tem que se acabar com isso. Mas o que ele não tem coragem de reconhecer é que esses excesso se deve essencialmente aos abusos de Governos de que ele próprio fez parte e portanto, também ele responsável por esta salganhada . Depois de tudo isto, aparecem por aqui os Boys teceleiros a manifestar a sua discordância porque ABC tem a coragem de definir com toda a clareza, e sobretudo com toda a verdade, aquilo que se passa no país e todo o sortilégio a que os portugueses estão condenados. Parabéns pelo seu artigo e um Abraço. Sou o Francisco Luiz Machado Santos
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É muito bem feito para Cavaco Silva o que os «socretinos» lhe andam a fazer. Não andou ele, há cinco anos, a queixar-se da «má moeda»… ou seja, do governo de Santana Lopes? Pois agora tem a «boa moeda» à frente dos destinos do país. Não era isso que ele queria? Aguente-se!

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