IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA BESTIALIDADE POLÍTICA


Uma faculdade, ao que parece em colaboração com o governo, vai fazer uma série de debates sobre a reforma do Estado. O IRRITADO não acredita lá muito em debates, mas como, oficial, oficiosa e particularmente, não há quem não considere fundamentais os debates sobre tudo e mais alguma coisa, acha bem que se faça mais um.

Vai lá estar a fina flor da política. O PM, o PR, e mais não sei quem, incluindo ex-ministros do PS e várias outras gentes que nada têm a ver com o governo ou com os seus partidos.

Mas o PS institucional, via burrinho – o que implica o aval do oco – não só se demarca da iniciativa, como o faz através de uma cartinha insultuosa quão estúpida, assinada pela sinistra, asnática e desagradável criatura.


Comentários para quê?

 

18.3.13  

 

 António Borges de Carvalho



8 respostas a “DA BESTIALIDADE POLÍTICA”

  1. O PR diz que nunca foi convidado para tal coisa.Assim, porque se “demarca da iniciativa”, devemos entender que é “burrinho”? Devemos ainda entender que tal demarcação “implica o aval do oco”?Caro Irritado,Em tempos idos, comecei a peregrinar por este “sitio”. E, francamente, gostei do que lia. Quiçá por denunciar as malfeitorias do anterior Governo, comandado por Sócrates, sem que ouvisse vozes discordantes – dentro do PS – sobre tais malfeitorias e mentiras, não obstante qualquer ser minimamente inteligente e, sobretudo honesto, discordar desse “caminho” (como era o meu caso).Ou seja, inteligência e honestidade, eram pressupostos das “vozes divergentes” (como certamente sabe: a voz divergente é a “mais amiga da organização, no sentido de País).Infelizmente, constacto que o senhor não se preocupa com o País: Será que tem “um umbigo” muito grande?

    1. Caro Jorge DinisObrigado pelo comentário.Devo esclarecer, como já fiz para outros comentadores, que não sou, nem nunca fui, filiado no PSD, nem tenho qualquer relação institucional com a organização. Sou, como é evidente, eleitor do PSD, sem “contrato de fidelidade”. E até fui, no tempo de Santana Lopes, deputado municipal independente eleito na lista do PSD.Feita esta “declaração de interesses”, deixo-lhe algumas considerações.Primeiro, em relação ao “grande umbigo”. Se com isso quer dizer fortuna, está enganado: se, por cá, arranjassem uma “solução” como a que inventaram para Chipre, de mim levavam quase nada. Julgo que há uma enorme diferença entre o Passos e o Pinto de Sousa. Este fez o que fez, estamos de acordo.Aquele encontrou uma situação, interna e externa, muito mais grave do que lhe tinha sido dado imaginar. Ainda por cima, tinha asa pernas cortadas pelos acordos do antecessor. Cometeu erros de palmatória.Comunicou mal. Manteve o Relvas.Mas há dois motivos de base para merecer o meu apoio, a) considero-o um tipo sério, coisa em desuso, e, b) as alternativas políticas são de tal maneira horrendas que só de pensar nelas sinto arrepios. Acusa-se o Gaspar de falhar previsões. Muito bem. Alguém as acertou? O PS do Pinto de Sousa, a UE, o FMI, o BCI, o BdP, seja quem for, alguém acertou alguma coisa? E, bem vistas as coisas, o Gaspar nem sequer se enganou muito. É, também, um tipo sério. Se se tivesse deixado estar onde estava, ganhava, com certeza muito mais. É o que se chama, com propriedade, serviço público.E até há por aí coisas, poucas, que correm bem, não acha? E não vê a diferença entre esta gente e os malfeitores políticos do PS?

      1. Most of the blog’s visitors have blinds like horses.They can’t see the forest for the trees.Life is nothing but common sense.Have a fantastic day. Cheers!

        1. Mais um pobre coitado que se julga “iluminado”.Deus lhe dê um pouco de juizo.

        2. You are absolutely right. Thanks.

      2. Não faço distinção das malfeitorias conforme as “cores” dos malfeitores politicos.Uma malfeitoria é uma malfeitoria, um cego é um cego.Mentir é “coisa em desuso” de um “tipo sério”?O PR é “burrinho”? Não respondeu!

        1. O PR, afinal, não foi sequer convidado.

          1. Thanks.

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