Em notável homenagem às retro delícias, o parlamento prepara-se para discutir o coprofufocasamento, nova noção civilista introduzida pelo Bloco de Esquerda e pelo inexistente partido Os Verdes, ou seja, pelo BE e pelo PC. Os jovens socialistas (leia-se jovens pederastófilos), como a coisa não estava no programa eleitoral do PS (leia-se, era capaz de fazer perder votos para o ano que vem) resolveram meter o seu próprio coprofufo projecto no cafofo. Derivado ao mau cheiro, parece que os PSDês também não estão pelos ajustes, e, em casta postura, os CDêesses também.
Resumindo a trapalhada, os projectos dos partidos comunistas não vão passar.
Mas ponham-se a pau os inimigos da pederastia, ou, os que, tolerando-a, não querem ver destruída uma instituição secular, nem querem que a sua família seja, de um ponto de vista legal, rigorosamente igual (!!!???) à “família” rabeto-fufónica. É que a coisa não vai ficar por aqui. Se o PS ganha as eleições, podem estar certos que será das primeiras “reformas” a passar. Uma boa razão para não fazer outra vez a monumental asneira de votar nessa gente.
Goste-se ou não, a nobre iniciativa dos partidos comunistas vai dar que falar, o que é, para já, o seu único objectivo. Neste sentido, e como os serviços, públicos e privados, de televisão, rádio e jornais, não deixarão de dar larguíssimo tempo de antena aos inimigos da democracia, a discussão será, para eles, um grande triunfo.
Aqui fica um apelo aos eleitores habituais dessa gente que não são adeptos do coprofufocasamento: pensem duas vezes antes de voltar a pôr a cruzinha na porcaria.
IRRITADO
E.T. Depois de escrita esta justa diatribe, qual não foi o meu espanto ao ler hoje (19.9.08) no jornal que grassa, entre os i-lustres (os que não dão luz) deputados socialistas um movimento tendente a, exigindo a liberdade de voto, proporcionar aos distintos senhores a oportunidade de votar a favor da iniciativa. Acho bem. Pode ser que os votos dos pederastófilos não cheguem, ficando o PS com o rabo de fora. O que, em matéria eleitoral, até pode dar jeito a quem ainda insiste em defender o que resta da dignidade das pessoas.

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