IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


ANEDOTA DO DIA

 

Os distintos procuradores do MP que trataram do caso “fripór” – pronúncia de Freeport em inglês técnico – não ouviram o senhor Pinto de Sousa por “falta de tempo”. Ainda que, sublinham, fosse importante ouvir o homem sobre o assunto. Mas, como o PGR, coitado, inocentemente, só lhes deu 21 dias de prazo para tal, o que, sendo preciso ouvir previamente o Conselho de Estado, não dava tempo, a inquirição foi inviabilizada.

Numa coisa os doutos procuradores tinham razão: era fundamental ouvir quem proibiu a instalação de um cemitério no local, para evitar a “pressão humana” – certamente a pressão dos pesadíssimos cadáveres – numa zona de protecção especial e, depois, acabou com a zona de protecção especial e autorizou um mega empreendimento no mesmíssimo local.

Ou os procuradores “acharam” que não havia tempo para as diligências necessárias para ouvir o PM nos termos da lei, ou não havia mesmo tempo e, neste caso como noutros, quem pôs a asa protectora sobre o senhor Pinto de Sousa foi o PGR, ao dar-lhes tão curto prazo.

Estamos todos sob a alçada da Lei, mas uns mais do que outros.

Se não fosse triste, era de rir à gargalhada. Falta de tempo uma gaita!

 

29.7.10

 

António Borges de Carvalho



4 respostas a “ANEDOTA DO DIA”

  1. Avatar de José Fontinha
    José Fontinha

    A verdade começa a vir ao de cima…

  2. Levam 6 anos 6 a investigarem,e depois vêm dizer que não tiveram tempo para ouvir Pinto de Sousa.Vão brincar com os outros meninos!É preciso manter a chama acesa,para vender mais uns publicozinhos!!!

  3. Os Srs. procuradores não ouviram porque: 1º. Numa primeira fase não havia interesse em ouvir. 2º. Numa segunda fase mesmo que houvesse interesse os superiores não os deixavam ouvir. 3º. Marcaram um prazo impossível para depois encerrarem investigação e os Srs. procuradores escreveram que não tinham tido tempo. Vingança de impotente. Semelhante ao fax de Macau. Na altura era o falecido esposo a mandar

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