IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


A GRANDE ALGAZARRA

Andava o senhor Rio às compras na Rua de Santa Catarina enquanto, lá na mourisca Lisboa, as suas meninas, de braço dado com as esquerdoidas e as bolchevistas, cozinhavam o seu fim. Seis deputadas, a relatora do PC, a inspiradora do BE, uma desconhecida do PSD, outra do CDS, mais duas que não sei donde, sob o olhar embevecido de dois desconhecidos, selavam a certidão óbito dessa coisa parva em que o Rio transformou o PSD. Parece que, numa cadeirinha que não ficou na fotografia, estava o xarroco Nogueira, a lamber os beiços e a palitar os dentes.

Ao mesmo tempo, dona Assumpção (não sei se com “p” se sem ele, mas mais vale errar por excesso que por defeito)  estava a escolher guardanapos no Paris em Lisboa.

Depois, foi a grande farra.

Os partidos comunistas, a correr, vieram gritar que a geringonça estava firme e de boa saúde, não fosse o Costa repreendê-los. A culpa era da direita, e tinham razão.

O PS fez o mesmo, a culpa é da direita, como reza o vademecum do Rato em relação a tudo e mais alguma coisa. Nada de novo, a confirmar que a geringonça está de boa saúde.

O Rio apareceu, não se sabe onde, a dizer que, primeiro, ninguém sabia ao certo o que tinha sido votado e que, segundo, não havia problema nenhum, há dinheiro para pagar ao xarroco, ainda que não se saiba nem quando nem como.

Dona Assumpção atacou em força, sem perceber que ninguém a percebia.

Salta o Costa e, agradecido, diz que se vai embora se a pessegada atingir os seus objectivos. Mentira. É evidente que não se vai embora: faz um brilharete sem dizer que ficará em gestão, sem responsabilidades, até depois das eleições, as quais serão mais ou menos na mesma data que seriam se não houvesse “demissão”.

O Marques, esse, mandou uma garrafa de tinto ao Rio e um ramo de rosas à Asssumpção, agradecendo a acção de campanha que tanta falta lhe fazia.

Consta que o senhor de Belém, com os seus assessores, prepara com todo o cuidado mais umas sessões de beijocas.

Não há quem saiba quanto custará a tão famosa lei. Dou um doce a cada português que tenha percebido a catadupa de milhões: são cem, mil, cinco, quatrocentos e trinta e dois, ou o que der na cabeça de cada um. O melhor é desistir: todas as opiniões são da maior confiança, a começar na do Centeno, a acabar na do Zé Quitolas.

A Pátria segue o seu caminho nos doces braços da esquerda radical e das mariquices da direita. Tudo nos conformes.

 

4.5.19



9 respostas a “A GRANDE ALGAZARRA”

  1. Se bem compreendi, escreveu que a “…dona Assumpção (não sei se com “p” se sem ele, mas mais vale errar por excesso que por defeito) ” no sentido de a ligar os políticos ao «prostíbulo».

    1. Mal interpretado. O atingido era o Acordo ortográfico!

      1. Uma no cravo outra na ferradura!!!

  2. Os mais esquecidos poderão ir por aqui para tirar dúvidas sobre este pulhíticohttps://www.facebook.com/omestrecoveiro/photos/a.1529372373769758/2902576203116028/?type=3&theater

    1. Este “pulhítico” está ligado ao “prostíbulo”?

  3. Avatar de Filipe Bastos
    Filipe Bastos

    Li, salvo erro no JE, que a tal lei custa 340 milhões agora e poderá custar 800 milhões/ano. Porquê estes números? Tal como diz, ninguém sabe. É tudo opaco. Cada governo inventa os números que lhe dão jeito, a oposição responde com outros quaisquer. E é por isto, também por isto, que esta ‘democracia’ é uma bandalheira. Isto só incomoda o Irritado, claro, quando os números vêm da esquerda. Ainda assim, pelo menos critica o PSD – não o ‘seu’ PSD, o maravilhoso PSD de S. Passos, mas este PSD sacrílego do Rio, que desonra a santa memória de Passos, esse diligente lacaio de mamões. Quanto ao Bosta, claro que não se vai embora: quer é a maioria absoluta. O PSD parece apostado em dar-lha.

  4. Promete o Irritado dar “…um doce a…” a quem “…saiba quanto custará a tão famosa lei…”!!!Pois bem, eu sei o custo de tão “famosa lei”.Por conseguinte, queira enviar o “doce”

    1. Se sabe, agradeço diga.

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