O Costa anda com bem merecido azar. Animado pela eleição do Centeno, achou que as primeiras páginas tinham boas razões para deixar de repisar cortejo de pessagadas em que tem andado envolvido.
Dois dias passados, a pessegada voltou, e é bem feita. O palhacinho da defesa encarregou-se dos pêssegos. Disse aos deputados que ia dar-lhes os documentos sobre o programa governamental da defesa europeia. Era mentira, não ia dar coisíssima nenhuma. Rebentada a bronca, veio clamar que o que tinha dito era verdade, só que não tinha lido a história toda e, por isso, não sabia do seu conteúdo. Mais uma palhaçada deste profissional das ditas.
O tipo a quem se chama ministro da defesa confessa que, quando prometeu aos deputados dar-lhes os papéis, não sabia o que eles continham, isto é, o ministro da defesa nunca leu aquilo de que falava, não fazia ideia do que se estava a “tramar” nas suas costas. Como ministro, não existe. Como palerma e aldrabão, abusa.
Pior do que o Costa ter ido buscar para ministro de matérias tão sensíveis um ignorante crasso, sem currículo nem nome na defesa, funcionário de segunda do tipo do Porto, avulta o facto de o manter no poleiro depois dos chorrilhos de asneiras com que tem presenteado a Nação.
Nada que não esteja de acordo com a coluna vertebral da geringonça.
7.12.17

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