IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA INTELIGÊNCIA CANHOTA

Segundo dados oficiais, os incêndios florestais ocorridos em matas geridas pelas fábricas de papel cifram-se em menos de 1% da totalidade. São tratadas por privados que defendem o seu património florestal sem precisar do Estado. Tais indústrias são respnsáveis por cerca de 11% das exportações do país, coisa de que a geringonça se gaba, como se tivesse alguma coisa a ver com o assunto.

Pois são tais indústrias o alvo principal da reacção do BE ao tema dos incêndios. De veludo com o governo, o BE (como o PC…), atira-se com canina raiva aos eucaliptos, base primeira da matéria prima do papel.

A que profundezas de estupidez pode o fundamentalismo ideológico levar é coisa que as pessoas normais deviam ver, e ajuizar em conformidade.

 

25.6.17   



8 respostas a “DA INTELIGÊNCIA CANHOTA”

  1. Uns idiotas esses comunas. Para eles tudo é culpa das “grandes empresas”. FDP!!!!!

    1. Ó pá, desconheces que o sr. António é um "penetra"?

    2. Não duvide: a culpa de muitas coisas grandes e más – incêndios, crises, fomes, pragas, calamidades, miséria – é de grandes empresas. Grandes mamões. Até governos e ditadores estão no seu bolso. Ter ambição é bom. Ganância sem limites não. Neste caso os comunas limitam-se a constatar o óbvio. “Too big to fail” devia realmente querer dizer “Too big to be allowed”.

  2. Segundo dados menos oficiais, muitos incêndios – a vasta maioria? – são deliberadamente causados por privados. Incluindo a malta do papel. Nenhum espanto: onde há mamões, há lobbies e há crime. Mas nem é uma questão exclusiva de mamões. A verdade é que, em muitas áreas da vida, há quem lucre com a tragédia alheia. É simplesmente assim. As farmacêuticas são um exemplo óbvio, os fogos são outro. No ano passado, escrevi aqui: «Pode-se prevenir, pode-se limpar, pode-se até ter governos decentes; continuará a haver fogos. Porque é no interesse de certa gente que haja fogos. Porque ganham com isso. Ou seja, tem de ser o Estado a intervir: possuindo todos os meios de combate, eventualmente comprando a madeira queimada. Isto é, desvirtuando o mercado. Porque este NÃO PODE ser livre. Como se vê.Há quem pense que o mercado e o liberalismo têm a solução para tudo. Não têm. A indústria dos incêndios é bem a prova disso». No ano passado, o Irritado respondeu… nada. Suspeito que este ano responderá o mesmo.

    1. Responde a alhos com bugalhos. Sempre os mesmos. Nem quando os factos se metem pelos olhos dentro. Haverá, com certeza, quem faça negócios com madeira queimada. Mas não é o caso das celuloses.

      1. Responder “a alhos com bugalhos” é a sua técnica, sr. António!

      2. Alhos com bugalhos? É sabido que o lobby das celuloses manda nos governos. Podem não querer madeira queimada, mas um fogozito nunca dará jeito? Nem para baixar preços de terrenos alheios? E os fogos enchem mais privados, já o disse no ano passado: só em meios aéreos são 200 milhões. É ou não verdade que o mercado não pode ser livre? Que se torna nocivo? Que requer mais Estado? Sempre os mesmos. Claro: a questão é sempre a mesma! Quanto tempo lhe andei falar da Banca, do BES, de como o Mamão Salgado mandava nisto tudo? Tudo bugalhos, não era? O que vale é que nada disto se mete pelos olhos dentro… os óculos não deixam. E fala de fundamentalismo ideológico…

        1. Em homenagem à sua inteligência (não é ironia) tomo a liberdade de lhe dizer que as suas ideias podem não ser totalitárias, mas, se aplicadas, as suas consequências nunca foram outra coisa.

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