IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


PAÍS POSITIVO

 

Ninguém sabe ao certo o que é, o que vai ser, nem o que vai causar a fantástica “solução” que foi inventada para o antigo BES, actual NB. Há, porém, uma coisa que toda a gente sabe: é que vamos pagar o prejuízo, seja ele qual for. O que, diga-se em abono da verdade, é o que sempre acontece em casos deste tipo. Não há que estranhar, é a vida, desta feita acrescida das maravilhosas descobertas do Centeno.

Outra coisa que toda a gente sabe é qual seria, sob todos os pontos de vista, a pior de todas as soluções: a nacionalização do buraco. Só os aliados da geringonça a defendem, não por questões de racionalidade mas por convicções mais ou menos religiosas, como tal inultrapassáveis. A liberdade de asnear é sagrada.

Algo me diz que, não fora a negregada “Europa”, os costas e os marcelos da nossa feira das vaidades iriam como cordeirinhos atrás das esquerdoidas e do Jerónimo. Já ninguém sabe se o PS e o patriarca de Belém têm ideias próprias ou se se limitam a ir atrás dos sócios em tudo o que a tal Europa não perceber ou proibir.

De qualquer forma, o futuro é risonho, não é?

 

5.4.17  



7 respostas a “PAÍS POSITIVO”

  1. Este gajo passou-se… para o BE?

    1. Avatar de XXI (militante PSD)
      XXI (militante PSD)

      Não se “passou”. É passado. Na verdade tenta transmitir a imagem de um “PAÍS NEGATIVO”, apoiando o MAIOR NEGATIVO que (des)Governou Portugal.

      1. Deixe lá, Paula Rego fez bem pior que o “besta” do busto a homenagear a Cristiano Ronaldo. Isto para dizer: bem haja Paula Rego.

  2. Avatar de Filipe Bastos
    Filipe Bastos

    «Não há que estranhar, é a vida»… não, não é a vida: é o seu caro capitalismo… e a sua partidocracia. Acha que numa Democracia, sujeita a referendo, os prejuízos dos bancos eram nacionalizados? Acha que num capitalismo são, de homens e não de pulhas, haveria este regabofe impune da máfia financeira? Acha que países inteiros continuariam reféns desta máfia, e às ordens dos seus capachos pulhíticos? Este é o seu mundo, é o sistema que passa a vida a defender… escusa de fazer de conta que só cá veio ver a bola.

  3. Olhe que bonita notícia, Irritado: MORADORES DE CARNIDE ARRANCAM PARQUÍMETROS E DEVOLVEM-NOS À CÂMARA Cerca de duas centenas de moradores de Carnide, em Lisboa, juntaram-se para arrancar os sete parquímetros da EMEL colocados na zona histórica do bairro. Os parquímetros, dizem, foram impostos sem uma consulta prévia. O presidente da Junta disse que esta «acção popular» nasceu de forma espontânea entre os moradores, que se sentem injustiçados com a colocação dos parquímetros por parte da EMEL «sem uma consulta pública». Os parquímetros deverão ser devolvidos hoje à Câmara; mas querem que o presidente, Fernando Medina, assine um documento a comprovar que recebeu em bom estado os sete aparelhos. ——————– É ou não bonito? É quase uma notícia histórica! Ao contrário do triste costume, esta gente não se conforma perante a chulice camarária; a prepotência estatal; e sobretudo perante as decisões de uma canalha pulhítica que faz o que lhe dá na gana. É assim mesmo. Arranca-se do chão o que for preciso e vai-se entregar aos pulhas. E pede-se recibo! Cada decisão tomada às escondidas, cada capricho, cada despacho e medida ruinosa desta canalha devia ter este desfecho. Todas as decisões devem requerer a aprovação de quem as PAGA: a população. Não estes pulhíticos inimputáveis. Devia haver uma notícia assim todos os dias.

    1. No taxation without representation.

  4. Vamos abordar o tema noutra perspectiva. Eu sei o que pode acontecer. O povo (Povo para o democrata) com toda a certeza será roubado. Ou seja o dinheirinho roubado aos portugueses, sobretudo à sua classe média, através dos impostos, sem atender aos dois princípios da cobrança de impostos: universalidade e equidade, que justificam dum ponto de vista moral a justiça do roubo que a necessidade da sobrevivência do grupo torna aceitável, vai deixar de ser aplicado em bens e serviços públicos para ser entregue a ladrões. O erário público roubado. Aliás tese defendida por todas as forças políticas e por presidente da república.Olhe sr. Filipe Bastos, dois qualquercoisaistas, a acreditar no mesmo sistema que até pode ser o que está na sua cabeça, ou seja, o sr. Filipe Bastos mais outro qualquer, nascidos no mesmo, dias com as mesmas opções religiosas, ideológicas, clubistas, etc. e até participando nos mesmos almoços comemorativos se calhar, lá no fundo, querem e defendem coisas diferentes.A autoridade representa a ordem. A falta dela representa o caos e, com ele, o arbítrio e a tirania. Os portugueses querem ser um povo soberano mas não sabem sê-lo. Por isso virámos lixo.

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