Apertados pela geringonça, dois dos seus designados “inimigos” vieram dizer umas coisas suaves e até optimistas. Das duas, uma: ou não eram inimigos, só independentes que a geringonça queria calar (é o que por aí mais abunda), ou a tal independência levou-os a dizer umas coisas, como sempre avisadas, mas com o condão de não pôr de rastos a organização no poder.
Tanto a dona Teodora como o senhor Costa (Carlos) apareceram, mais ou menos de surpresa, a dar esperançosas pequeninas dicas sobre o nosso futuro próximo. É certo que, pelo meio e nas entrelinhas, deixaram alguns avisos num tom seráfico e condescendente mas sem pôr em causa as anteriores rabecadas.
Engraçado é verificar que, a partir daí, cessou tudo o que a geringoncial musa cantava: deixaram de ser bombo da diária festa dos Carambas, das Catilinas e dos demais trombones da situação, PC incluído. Como vêem, quem bem se porta passa a gajo porreiro, ou deixa de ser alvo de guerrilha.
3.4.17

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