IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


PROGRESSISMO DE SAIAS

Segundo a filosofia em voga e os inultrapassáveis mandamentos do politicamente correcto, as mulheres passaram, pelo facto de o ser, a ter “direito” à chamada “descriminação positiva”, expressão contraditória mas já consagrada pelo linguarejar progressista. Consiste a coisa em obrigar a lugares cativos para mulheres, nos governos, nos parlamentos, nas empresas públicas (e privadas!), e em tudo o que é bom emprego. É a “paridade de género”, diz-se. Ainda não se lembraram de reservar uns lugarzinhos para os pederastas, as fufas, os transgénero e membros de outras congregações especializadas em partes baixas. Lá chegaremos, quando as catarinas e as isabéismoreira se lembrarem disso. E, se o PAN entrar na jogada, ainda veremos lugares reservados a asnas e a doninhas, por exemplo, desde que fêmeas.  

Se eu fosse mulher, revoltava-me. Há algumas que o fazem, por uma questão de dignidade e de mérito pessoal, valores que estão em queda. Atitude incorrecta a delas, como é evidente, para não dizer reaccionária, fascista ou coisa que o valha, entre os vários adjectivos à disposição do léxico em vigor.

Aqui há tempos, a geringonça nomeou para altas funções no Banco de Portugal uma senhora socialista chamada Elisa. Nunca a vi, mas, pela informação disponível, achei que era uma boa escolha. Erro meu: não foi a proclamada e eventualmente verdadeira competência da senhora o que a levou para cima, foi ser mulher, o que, aos meus velhos olhos, é como cuspir-lhe na cara.

Adiante. Agora que, por iluminada decisão da geringonça, o senhor Louçã, menchevique do Conselho de Estado (!),  foi alcandorado à posição de alto dirigente e inspirador do Banco de Portugal, novos e luminosos horizontes se abrem à instituição. A prová-lo, dizem os jornais que o chamado governo se prepara para reforçar a coisa mediante a introdução de mais mulheres na respectiva administração. Sim, mais mulheres, não mais pessoas com comprovada capacidade nas intricadas matérias de tão desprestigiada instituição. É o critério das saias. Nesta ordem de ideias, o IRRITADO permite-se fazer uma sugestão às superiores instâncias do poder, designadamente a Sua Excelência de Belém e aos demais geringonços. Têm eles à disposição figuras do calibre das donas Mortágua, daquela que foi candidata a Belém e cujo nome me escapa, ou da dona Rita Rato (no masculino!), por exemplo. Como se vê, o mercado oferece inúmeras oportunidades de reforço do respeito pelas regras sem que a procura dê muito trabalho.

À atenção das autoridades.    

 

2.3.17



6 respostas a “PROGRESSISMO DE SAIAS”

  1. Penso que o autor deste blog é um refinado HIPÓCRITA.Na verdade, alguém que critica uma atitude de outros (apenas por ser de outra área politica), quando faz exactamente a mesma coisa, ou até pior, para estar em vantagem, é um refinado hipócrita.

  2. Gostaria de o ver comentar o PROGRESSISMO (lata) de certos NÚNCIOS.

    1. Núncio não é o embaixador do ‘papa’ junto de um Governo “estranho”?

  3. «Aqui há tempos, a geringonça nomeou para altas funções no Banco de Portugal uma senhora socialista chamada Elisa. Nunca a vi, mas, pela informação disponível, achei que era uma boa escolha». Francamente. A D. Elisa é uma das grandes tachistas do Partido Sucateiro e da pulhítica nacional. Vai para trinta anos que salta de tacho em tacho, doze dos quais bem agarradinha à teta do Paralamento da Euromama. Até se fez ao tacho da CM Porto… sem abdicar do eurotacho que já tinha! Dantes ainda se podia contar com o Irritado para malhar no PS. Agora nem isso. Parece que defende tudo o que é chulo, pulhítico e mamão.

    1. Acho um piadão. Andava eu numa de pluralista…

    2. Ele não … mama, também?

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