Tenho dito e redito que é indiferente que o Pinto de Sousa seja acusado ou não, que seja condenado ou absolvido. Chega o que já disse de si próprio, ou escreveu pelo seu próprio punho, para o classificarmos como o que é, um preguiçoso, um pendura, um canalha da pior espécie, uma nódoa, como homem e como cidadão. Como político, nada vale apena acrescentar, está à vista o que fez a este país e a este povo enquanto para tal teve poder.
Este esterco humano resolveu juntar umas dúzias da pataratas e fazer um discurso. A chamada comunicação social, que ele acusa dos mais hediondos crimes, foi lá e, de joelhos perante um dos seus piores inimigos, brindou a grei com 40 minutos (SIC), ou 30 de (RTP) de tempo de antena, acrescidos de comentários à fartazana.
A criatura mostrou mais uma vez as suas qualidades: verve e paleio em quantidades industriais, lata estanhada, e (alguma coisa nos havia de dar gozo, no meio do nojo), um acendrado amor pelo Costa, cuja esquerdofila reunião passou para terceiro plano, hi hi. Usque ad, meus senhores, teremos de ouvir gente desta?
7.11.15

Deixe um comentário