Aqui louvámos a iniciativa do Prof. Crato de começar um processo de municipalização dos ensinos primário e secundário. Uma das razões para tal era a de retirar os professores da alçada do Estado central, colocando-os sob uma “vigilância” mais próxima, o que, como era de calcular, pôs o PC, a CGTP e quejandos em polvorosa.
Ora o ministro veio agora esclarecer o assunto. Que não, não está em causa que os professores deixem de pertencer ao Estado, de ser pagos pelo Estado, de ser selecionados pelo Estado, etc. Se assim é, que farão os municípios? A limpeza das escolas? Não se sabe. O que se sabe é que tudo não passou de um fogacho. É pena.
8.7.14
António Borges de Carvalho

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