Segundo um administrador da EDP, Acabou o paradigma da energia barata. A eficiência energética vai ser central no futuro do sector.
Ora aí têm uma declaração de irrefutável honestidade. Literalmente, nem precisa de interpretação.
A EDP prepara-se para sangrar ainda mais os cidadãos, e declara-o solenemente. A “eficiência energética”, que já nos custa milhares de milhões, vai custar ainda mais, desta vez com a chancela e a garantia de um novo “paradigma”. Explicado fica que se gaste o que se gasta em moinhos de vento, com custos inacreditáveis e nenhuma “eficiência”.
Segundo um notável vendedor de moinhos de vento – “professor e gestor na área de energias renováveis”, diz o próprio – Carlos Pimenta de seu nome – A factura energética passou em três anos de 4.900 milhões para 8.000 milhões só porque o petróleo ficou mais caro.
Para inglês ver, esta verdade “funciona”. É que, fora os transportes, a energia propriamente dita, quando térmica, é mais a gás natural e a carvão que a petróleo. Por outro lado, esquece-se o vendedor de gadgets eólicos de referir quanto custa à Nação a sua industriosa indústria.
Esta gente vai falando, falando, cuspindo as “verdades” que o senhor Pinto de Sousa inventou para lhes encher os bolsos.
Quem pensar no assunto chega a conclusões opostas.
É assim que um estudo feito pelo BPI, que não tem interesses no sector, conclui que, sem prejuízo do consumo, há 11 mil milhões de euros que podem ser poupados, a fim de deixarmos de pagar com o sangue dos nossos bolsos os negócios de pimentas & Cª.
Vale a pena ir à internet, ler o estudo, para perceber e concluir.
3.4.11
António Borges de Carvalho

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