IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


BRAQUAMENTO BALZAQUIANO

 

Ouvi há dias uma tal Clara Ferreira Alves perorar, indignadíssima, contra o facto de o Dias Loureiro ter mentido ao Parlamento. Mais indignada estava porque o Prof. Cavaco, apesar disso e até poder, manteve o homem no Conselho de Estado.

Tem toda a razão a madura rapariga. Quase.

Tê-la-ia toda se também se indignasse com o facto de o maior e melhor especialista em mentiras (ao povo, ao Parlamento, a tudo o que mexe) da História de Portugal, o senhor Pinto de Sousa, continuar calmamente a mentir, sem que ninguém, nem o Presidente, nem o Parlamento, nem o PS – a bem da perdida honra do convento – tenha exigido a sua demissão.

Isto já não é digno da indignação da madura menina!

O Cavaco é para destruir, o Pinto de Sousa para branquear.

Assim vai o mundo.   

 

27.12.10

 

António Borges de Carvalho



3 respostas a “BRAQUAMENTO BALZAQUIANO”

  1. Sempre que alguem ousa beliscar figuras politicas que lhe são gradas,você fica crispado.E trata de forma soez quem o fizer.A senhora Clara Ferreira Alves é uma jornalista e não uma tal menina madura.A sua falta de educação militante é tipica de uma certa direita ressabiada. É por estas e outras semelhantes,que aqui tenho assistido,que me leva a pensar que você é um falso moralista.A mentira,a safadeza,a baixeza,a desonestidade,a falta de carácter,são questóes que só incomodam quando vêm da esquerda!!!

  2. Imagine se fosse Sócratespor Daniel OliveiraImagine que um homem próximo de José Sócrates estava envolvido na gestão criminosa de um banco e que isso custava cinco mil milhões ao Estado. Imagine que um outro homem ainda mais próximo de Sócrates (Armando Vara, por exemplo) também estava envolvido no caso. E que Sócrates, como primeiro-ministro, vinha a publicamente defender a sua permanência num cargo político.Imagine que se suspeitava que o banco em causa, quase exclusivamente composto por pessoas do círculo político próximo de José Sócrates, tinha contribuído financeiramente para a sua campanha anterior. Imagine que Sócrates e familiares seus tinham comprado acções desse grupo financeiro e vendido a tempo. Imagine que, sabendo-se tudo isto, Sócrates apoiava a nacionalização dos prejuízos deste banco. E imagine que essa nacionalização ajudaria a explicar a situação calamitosa do país.Imagina o que se escreveria sobre o assunto? A quantidade de vezes que o primeiro-ministro teria de explicar as suas ligações ao banco? Os esclarecimentos que teria de dar? As declarações que teria de fazer ao País? Como tudo seria investigado até ao mais ínfimo pormenor? Como todos os documentos seriam vasculhados? Não foi assim nos casos da licenciatura, das casas projectadas, da Face Oculta, do Freeport, da TVI? E muito bem.Não se percebe porque é que, num caso muitíssimo mais grave nas suas consequências para o país, parece dispensar-se qualquer tipo de vigilâcia democrática quando a pessoa que está em causa é, em vez do primeiro-ministro, o Presidente da República.”No mesmo programa onde a dr Clara Ferreira Alvesproferiu aquilo que lhe provocou azia,tambem lá foi dito isto por Daniel Oliveira,não tem nada a dizer?

  3. Clara Ferreira Alves pertence à classe de espertalhões que vivem de mandar bitaites, sendo – talvez – a maior “opinion maker” da rua dela. O Expresso paga-lhe umas lecas para contar umas historietas, geralmente sobre as suas viagens a Paris e ao Rio, pois a D. Clara é muito fina. Grande parte do seu público será feminino, pois é das poucas mulheres (a única?) no circo dos comentadeiros políticos. Vejo-a de vez em quando no “Eixo do Mal”, um programa feito à sua medida, pois é na prática uma conversa de café onde se mandam umas larachas, só faltando as jolas e os tremoços. Devo dizer que, ainda assim, os outros 4 palhaços conseguem ser piores do que ela. Uma ressalva: o Daniel Oliveira diz algumas verdades, de tempos a tempos, embora o Irritado certamente discorde. Mas à amiga Clarinha, já a vi defender o Pinóquio e o Mário Chulares, com o brio que só um tacho conseguido ou prometido pode dar. Acredito que ela julgue sinceramente ser “de esquerda”. Sempre soa melhor, do que ser uma xuxa tachista.

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