Transcrição
“Sinto-me, mais uma vez, na obrigação de servir de contraponto à (des)informação que me apercebo ser interminavelmente propagada pelos meios de comunicação social.
A COVID-19 já não existe.
O que existe é um teste que detecta a existência de cadeias de RNA associadas a um vírus a que se chamou de SARS-CoV-2, que é uma de muitas variantes de uma família de vírus extremamente comum na população humana, responsáveis pelas doenças ligeiras comummente chamadas constipações. A probabilidade desse teste dar positivo depende da presença na pessoa, mesmo que em quantidades ínfimas, dessa variante do vírus.
No caso de pessoas saudáveis, o teste positivo é de celebrar, já que indica que o sistema imunitário está a “dar conta do recado”. Uma pessoa que não desenvolve os sintomas é extremamente improvável que vá contaminar alguém, e vai servir de barreira social para impedir a continuidade da propagação do vírus.
Os testes feitos a pessoas doentes, cujos sintomas pareçam indicar este tipo de “viroses”, são os únicos com alguma utilidade, permitem ajudar a determinar o melhor tratamento a dar ao doente.
A estatística de novos “casos”, seguida com um detalhe mórbido pela CS, é portanto absolutamente inútil. Casos assintomáticos não são “coviD”, já que o “D” desta sigla significa Disease/Doença. Se a pessoa estiver saudável trata-se, quanto muito, de um caso de COVI-19, sem D. A associação da propagação do vírus em eventos específicos (festas “ilegais”) é também cientificamente errada, já que ignora o período de incubação de 5 a 14 dias. A probabilidade de resultados positivos deverá neste momentos ser muito parecida em qualquer população aleatória, independentemente da participação ou não dos indivíduos testados nesses eventos.
O número de novos casos depende, portanto, quase exclusivamente da quantidade de testes efectuados. A escolha intencional de populações específicas para fazer esses testes é uma tentativa criminosa de controlar o comportamento e as liberdades individuais de cada um, usando o medo como mecanismo de controle.
A única estatística importante é a de mortes e internamentos. E esses números, por muito que os tentem manipular, indicam claramente que esta doença específica já não tem significado nenhum na mortalidade geral. Mais indicam que nenhum confinamento ou desconfinamento teve qualquer impacto na direção ou declive da curva da “epidemia”.
Juntando a este facto o da contabilização absurda das mortes “com” COVI(d) como sendo mortes “de” COVID, não podemos chegar a nenhuma conclusão que não seja a de que a doença já não mata ninguém há bastante tempo, e no auge da sua influência representou uma perigosidade equivalente ou abaixo da de tantos outros vírus sazonais que todos os anos nos assolam.
Para terminar, desafio a todos os que estão em desacordo com esta minha exposição a procurarem dados científicos (não opiniões jornalísticas e/ou políticas), provenientes de estudos baseados em dados reais que já estão disponíveis há algum tempo, não em “modelos” e “projecções”, que contradigam a realidade que descrevo. Terei todo o prazer em fornecer links para as fontes de informação que usei para chegar às minhas conclusões.”
António Borges de Carvalho (filho) in Facebook
23.6.20

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