IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


CRIME, NEM PENSAR!

 

O mais que pode dizer-se, a acreditar na vasta peroração sobre as pinturas na estátua do padre António Vieira ontem vista e ouvida na SIC, é que se trata de vandalismo, fruto de ignorância e impreparação cívica.

O menos que posso dizer é que se trata de grave crime de lesa História, de lesa cultura, de lesa sociedade, de lesa património, não planeado e executado por analfabetos, mas por sabichões com intenção de o cometer e plena consciência, um acto perpetrado com fins políticos e sociais claros, crime de ódio, sem desculpa nem direito a compreensão.

Mas, por obra e graça da SIC (foi o que vi), pasto de historiadores e antropólogos apostados em “amaciar” o acto, foi o assunto colocado sob a diáfana capa de explicações várias, vandalismo de gente mal informada  e pouco educada – culpa de uma sociedade racista, evidentemente. Tudo mentira, ou quase. Os criminosos foram “formados” nas madrassas do Bloco de Esquerda, são amantes dos extremismos racistas do senhor Bó, ou Bá, da dona Joacine, ou Joaquina, e de outros que, por todos os meios, crime incluído, estão apostados em instilar o ódio social, não em resolver problema algum, mas em criá-lo, em acicatar e pôr em acto a malquerença da multidão de idiotas úteis que têm ao seu serviço.

Talvez os executores do crime não tenham sido mais do que isso. Os piores criminosos são, sem dúvida, os que os “educam”, para depois se acoitar em suaves acusações de mero vandalismo.

 

13.6.20



Uma resposta a “CRIME, NEM PENSAR!”

  1. O que havia e dar, mais uma confrontação contra o racismo nos EUA. Quantos vezes já isto aconteceu no século passado? Agora o problema extravasou para fora dos EU por causa daquele grave incidente de um policia com um afro-americano. Enquanto se tratou de vandalismo dos ‘cara tapada’ à pala os coletes amarelos em Paris, o vandalismo praticado pelos contestatários em Hong-Kong, ou os ‘cara tapada’ ao lado dos polícias nos distúrbios em Barcelona, nada de ‘ai meu Deus’, agora com esta acção de revolta generalizada à escala mundial, mas que parece de intenção duvidosa (há sempre aquela de deixa andar que depois atacamos em força).O Padre António Vieira dizia qu os índios também eram filhos de Deus, mas quanto aos negros africanos parece que mantinha a ideia de serem selvagens sem alma. Pois, diriam, era assim a ideia da época.

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